
SUBMUNDO
Enzo Brown
Brook
Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo
Fantasmas rodeiam em fração de segundo
Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo
Se cair na mira vai virar presunto
Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo
Fantasmas rodeiam em fração de segundo
Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo
Se cair na mira vai virar presunto
Sujo como as ruas da Grécia ou da França
Diz que bandido não dança, bandido balança
Com os pontos nos i's, esse é meu V de vingança
Reação em cadeia acontece conforme se avança
Grillz atrapalhando minha dicção
Mapeando a caça dos que dizem que são
Fogem da realidade, abraçam ficção
Esses ratos vivem em contradição
Sua cabeça é posta a prêmio quando se intitula rei
Reduto de malandro, fecho meu corpo, eu me blindei
Considerado uma ameaça, não somos iguais, no way
Querem tirar o meu foco e eu só digo OK
Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo
Fantasmas rodeiam em fração de segundo
Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo
Se cair na mira vai virar presunto
Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo
Fantasmas rodeiam em fração de segundo
Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo
Se cair na mira vai virar presunto
Enzo Brown
No breu do beco, eu vejo o reflexo do que é correto
Mantenho o foco, não mudo o trajeto, o plano é direto
Nesse dialeto, o silêncio é secreto, o lucro é concreto
Sob o teto de zinco, o instinto é de um arquiteto
Eu vim do fundo, onde o ar é imundo e o tempo é um segundo
Nesse submundo, eu não sou vagabundo, eu sou o profundo
Virei o jogo, pisei no fogo, ganhei o mundo
Rimas de chumbo, o peso do rumo, o ouro eu fundo
É grana no bolso, é o fim do sufoco, o brilho no rosto
Vim do poço, o gosto é amargo, mas hoje é meu Topo
Submundo vence, a mente convence, o corpo não pende
Quem de baixo entende, que a alma não vende, a chama se acende
Lento como o veneno que sobe
Certo como a morte que consome
Eles correm pelo ouro
Eu me tornei o tesouro
O submundo não esquece meu nome
É grana no bolso, é o fim do sufoco, o brilho no rosto
Vim do poço, o gosto é amargo, mas hoje é meu Topo
Submundo vence, a mente convence, o corpo não pende
Quem de baixo entende, que a alma não vende, a chama se acende



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