Lima Sin Ti
Te gusta cuando te hago una canción
Dices que no soy bueno hablando cosas de amor
Que tus ojos son verdes y antes fueron marrón
Y te digo que solo la iluminación
Te molestas si te vas corriendo bajo el Sol
Llamame al menos, al menos hoy que necesito escuchar tu voz
Espero que pueda encontrarte amor, espero que pueda encontrarte hoy
Y si te doy un beso sin mirar, y si tan solo vamos a pasear
Dime si te quedarías conmigo a pesar que sé que no estás acá
Lima mi vida deja de llorar, posa tus brazos en la eternidad
Pues en la noche saltaran los cielos y en el ocaso la verás andar
Lima mi vida deja de llorar, pero reconoce que ella ya no está
Y que en la noche saltaran los cielos y en el ocaso la verás andar, ey
Mí madre pregunta ¿qué haces en la vereda?
Y yo le digo que reparto poemas a los que quieran escucharme en este tremula alameda
Pues las cosas que uno sufre lo puede sufrir cualquiera, espera
Ella derramaba lisura en esta cera y sus aromas de mixtura daban sensaciones de pena
Y ahora me da más pena y me desespera
Como puedes estar tan lejos si nos encontramos en la misma tierra
Es como, si Lima estuviera vacía, con mucha gente, pero tanta gente fría
Si las paredes son hermosas aún gastadas y vacías
Entonces el tiempo nuestro es ironía, ey
Esperame solo un instante, o tal vez el tiempo necesario que ameriten los que canten
Pues su día, la llama fría de idealizarte es la arte de las falsas alegrías
Mirarte por esta vía con la guitarra y la luz distante
Suspirante sueña labio que suspira ante la vida
Y mi voz que no respirar como antes de añorarte simplemente se emotiva, ey
Mi ma, no llores que tu llanto me descose
Voy a cantarte una canción con varias voces
Para ti, para esos cielos que ignoro y si me conocen
Y que espero que me escuchen los domingos a las 12
No sé si tiene sentido creer que viviré cada cosa que digo
Me gusta sentirme vivo y decir los sentidos e ignoro lo que sea que produzca el olvido
Veo calles solas, la vida casi que se descontrola
Dicen que así son los jóvenes ahora ayayay, ahora ayayay
Así son los jóvenes ahora, ey
Te gusta cuando te escribo alguna canción
Que me acuerde de pequeñas cosas y de nuestro amor
Pues solo recorro Lima para recordar tu voz
Y observar esos fantasmas que bailaban bajo el Sol
Tú y yo, las noches frías y el viejo sopor
Las palabras dedicadas las que no
Las cartas que llevaban tu nombre entre su color
Y la Luna que de lejos oye la conversación
No sé si son reglones lo que ahora marran
Las emociones ponen a estar hora las emisiones que mi cora' narra
Luego da sensaciones y presiones vana
Que mis ojos cerrados imploran y exploran
Mientras la guitarra, de mis amores, pierde su castaña
Y pone la premisa, la brisa en la piel de mi cara
Cosa rara el alma se evapora en risa
Que no te incomode si de pronto mi guitarra llora para ver tu sonrisa ante la nada
Que para nada, para nada hechiza
Una pregunta sale cara so'
Bésame de prisa que sentirte tan lejana me carameliza
Bajo esta Lima de la Luna clara
Un par de noches de poquito café, ey
Columna arriba y me acaricia la fe
De escribir bien en madrugadas sin sed
O de ver el chiste nuevo de cada amanecer
Ya no sé qué, decir o como sentirme man
Quise hacer una canción y ya voy tres
Empecé medio feliz y miren como termine
El destino de mi lápiz es decir lo que ya sé
Veo calles solas, la vida casi que se descontrola
Dicen que así son los jóvenes ahora ayayay, ahora ayayay
Así son los jóvenes ahora, ey
Lima mi vida deja de llorar, posa tus brazos en la eternidad
Pues en la noche saltaran los cielos y en el ocaso la verás andar
Lima mi vida deja de llorar, pero reconoce que ella ya no está
Y que los soles tiñen de naranja y en el ocaso la verás andar
Yo reconozco que ella ya no está, yo reconozco que ella ya no está
Pero como le digo a mi mamá y es que ella piensa que sigues acá
Y que paseamos por cada lugar
Y cuando llega el fin de semana salgo solo a caminar
Y que ya no me queda nadie más, y que ya no me queda nadie más
Y que ya no me queda nadie más
Lima mi vida deja de llorar, Lima mi vida deja de llorar
Lima mi vida deja de llora-a-a-a-a-a-ar
Lima Sem Você
Você gosta quando eu faço uma canção
Diz que não sou bom em falar de amor
Que seus olhos são verdes e antes eram marrons
E eu te digo que é só a iluminação
Você se irrita se sai correndo sob o Sol
Me chama pelo menos, pelo menos hoje que preciso ouvir sua voz
Espero que eu consiga te encontrar, amor, espero que eu consiga te encontrar hoje
E se eu te der um beijo sem olhar, e se a gente só sair pra passear
Me diz se você ficaria comigo apesar de eu saber que você não está aqui
Lima, minha vida, para de chorar, coloca seus braços na eternidade
Pois à noite os céus vão brilhar e ao entardecer você vai vê-la passar
Lima, minha vida, para de chorar, mas reconhece que ela já não está
E que à noite os céus vão brilhar e ao entardecer você vai vê-la passar, ei
Minha mãe pergunta o que eu faço na calçada?
E eu digo que distribuo poemas pra quem quiser me ouvir nessa alameda tremida
Pois o que a gente sofre qualquer um pode sofrer, espera
Ela espalhava beleza nesse chão e seus aromas de mistura davam sensações de dor
E agora me dá mais pena e me desespera
Como você pode estar tão longe se estamos na mesma terra?
É como se Lima estivesse vazia, com muita gente, mas tanta gente fria
Se as paredes são lindas mesmo desgastadas e vazias
Então nosso tempo é uma ironia, ei
Me espera só um instante, ou talvez o tempo necessário que os que cantam merecem
Pois seu dia, a chama fria de idealizar você é a arte das falsas alegrias
Te olhar por esse caminho com a guitarra e a luz distante
Suspirante sonha lábio que suspira diante da vida
E minha voz que não respira como antes de te desejar simplesmente se emociona, ei
Mãe, não chore que seu choro me desmancha
Vou cantar uma canção com várias vozes
Pra você, pra esses céus que ignoro e se me conhecem
E que espero que me ouçam aos domingos às 12
Não sei se faz sentido acreditar que vou viver tudo que digo
Gosto de me sentir vivo e dizer os sentidos e ignoro o que quer que produza o esquecimento
Vejo ruas vazias, a vida quase descontrola
Dizem que é assim que os jovens são agora, ayayay, agora ayayay
É assim que os jovens são agora, ei
Você gosta quando eu escrevo alguma canção
Que me lembre de pequenas coisas e do nosso amor
Pois só percorro Lima pra lembrar sua voz
E observar aqueles fantasmas que dançavam sob o Sol
Você e eu, as noites frias e o velho tédio
As palavras dedicadas, as que não
As cartas que levavam seu nome entre suas cores
E a Lua que de longe ouve a conversa
Não sei se são linhas o que agora mancham
As emoções fazem estar agora as emissões que meu coração narra
Depois dá sensações e pressões vãs
Que meus olhos fechados imploram e exploram
Enquanto a guitarra, dos meus amores, perde sua essência
E coloca a premissa, a brisa na pele do meu rosto
Coisa estranha, a alma se evapora em risos
Que não te incomode se de repente minha guitarra chora pra ver seu sorriso diante do nada
Que pra nada, pra nada encanta
Uma pergunta sai cara, só
Beija-me rápido que te sentir tão longe me adoça
Sob essa Lima de Lua clara
Um par de noites de pouco café, ei
Coluna acima e a fé me acaricia
De escrever bem nas madrugadas sem sede
Ou de ver a nova piada de cada amanhecer
Já não sei o que, dizer ou como me sentir, mano
Quis fazer uma canção e já vou na terceira
Comecei meio feliz e olha como terminei
O destino do meu lápis é dizer o que já sei
Vejo ruas vazias, a vida quase descontrola
Dizem que é assim que os jovens são agora, ayayay, agora ayayay
É assim que os jovens são agora, ei
Lima, minha vida, para de chorar, coloca seus braços na eternidade
Pois à noite os céus vão brilhar e ao entardecer você vai vê-la passar
Lima, minha vida, para de chorar, mas reconhece que ela já não está
E que os sóis tingem de laranja e ao entardecer você vai vê-la passar
Eu reconheço que ela já não está, eu reconheço que ela já não está
Mas como eu digo pra minha mãe, é que ela pensa que você ainda está aqui
E que passeamos por cada lugar
E quando chega o fim de semana eu saio sozinho pra caminhar
E que já não me resta mais ninguém, e que já não me resta mais ninguém
E que já não me resta mais ninguém
Lima, minha vida, para de chorar, Lima, minha vida, para de chorar
Lima, minha vida, para de chorar-a-a-a-a-a-ar