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Atrás das Paredes da Capela

Epicurean

Behind The Chapel Walls

The world alive,
bathed in moonlight as I walked past
my grave in the fog.
Observe her form, lying beside the stone
and the letters she left in my name.
Where I longed to speak the worst of my soul,
I watch the tears that run down her face drop to the ground
without ever knowing that...
I crossed a wide ocean of change,
consumed by a desperate despair all the way.
Yet, despite every hollow oremain that I've gone through,
the ghost is always you
behind the chapel walls, where my soul's laid to rest.
There within a moment I understood;
I the watcher, just a silent silhouette behind the gates.
By god, one day, help me forgive myself.
She the conspirator will guide my hands and cleanse my soul.
Though I have remained silent, the search is over and I let go.
I will find a voice to describe all the horror inside of my mind,
with determination.
I'm just a servant to the silence, the silence I despise.
Guide me through the darkest days.
Where in my heart beats a guiding voice? A sullen hand to suffer my choice;
and now, to decipher, the moments gone. I finally understand my fate,
and what has to come to be worth the pain, and ride the seas of change
whatever I become.
Like me, for that moment her face is gone. Life's lust, my only friend.
No more the answers to force my own life to change.
Breathing, cause the movement when life is gone.
Still the silent silhouette, may my search be over and lend me to rest.
I felt the anguish in that movement discovering me,
but consequently give my tired soul to be separate.

Atrás das Paredes da Capela

O mundo vivo,
banhado pela luz da lua enquanto eu passava
pelo meu túmulo na névoa.
Observe sua forma, deitada ao lado da pedra
e as cartas que ela deixou com meu nome.
Onde eu ansiava falar o pior da minha alma,
eu vejo as lágrimas que escorrem de seu rosto caírem no chão
sem nunca saber que...
Eu cruzei um vasto oceano de mudanças,
consumido por um desespero desesperador o tempo todo.
Ainda assim, apesar de cada vazio que eu passei,
o fantasma é sempre você
atrás das paredes da capela, onde minha alma descansa.
Lá, em um momento eu entendi;
eu, o observador, apenas uma silhueta silenciosa atrás dos portões.
Por Deus, um dia, ajude-me a me perdoar.
Ela, a conspiradora, guiará minhas mãos e limpará minha alma.
Embora eu tenha permanecido em silêncio, a busca acabou e eu deixei ir.
Eu encontrarei uma voz para descrever todo o horror dentro da minha mente,
com determinação.
Sou apenas um servo do silêncio, o silêncio que eu desprezo.
Guie-me pelos dias mais sombrios.
Onde em meu coração bate uma voz guia? Uma mão sombria para sofrer minha escolha;
e agora, para decifrar, os momentos que se foram. Eu finalmente entendo meu destino,
e o que tem que vir para valer a dor, e navegar pelos mares da mudança
seja o que eu me torne.
Como eu, por aquele momento, seu rosto se foi. A luxúria da vida, meu único amigo.
Não mais as respostas para forçar minha própria vida a mudar.
Respirando, porque o movimento quando a vida se foi.
Ainda a silhueta silenciosa, que minha busca acabe e me conceda descanso.
Eu senti a angústia naquele movimento me descobrindo,
mas, consequentemente, dou minha alma cansada para ser separada.

Composição: