
Histórias Ancestrais
Erisvaldo Ferreira Silva Almeida Ribeiro
Andava pela mata escura
Folhas secas esmagando no chão
Senti o vento na procura
Da entrada dessa ilusão
Vi a gruta no meio da neblina
Lá dentro um brilho além do normal
Cachoeira caindo fina
Pinturas na parede sem igual
Minha história contada em tinta e cor
Cenas de um amor que nunca findou
No eco das águas senti o calor
A gruta revelou o que a vida guardou
Meus passos ecoaram pelo espaço
Desenhos dançavam na parede fria
Reflexos no riacho claro
Luzes numa eterna sinfonia
As cores se misturavam na água
Enquanto eu via a história passar
Um amor perdido na mágoa
Agora na gruta pra sempre a brilhar
A cachoeira cantava minha vida
Cada gota um momento de dor e alegria
Na gruta encontrei minha saída
Um destino de amor em cada dia
Minha história contada em tinta e cor
Cenas de um amor que nunca findou
No eco das águas senti o calor
A gruta revelou o que a vida guardou




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