DEDICA
Che nome dai ad un sogno?
Sono l'ennesimo ad averti detto: Sì, lo voglio
Nel rumore quando i negozianti chiudono le cler
E nella folla di chi è venuto fin qui
Per cercare sé quando ce n'è bisogno
Tra i palazzoni e le villette a schiera
Ho visto in te una vecchia amica e una madre severa
E dir che spesso tu non hai pietà fa brutto, beh, certo
Ma il non aver pietà è una forma di rispetto dopo tutto
Tu sei una goccia quando cade con tutti i suoi cerchi
E nelle luci dellе strade riesco a rivedеrmi
Chi non ti apprezza sai che forse non ti merita
Ma tu per gli altri sei come l'America
Ma, dimmi, tu te lo immagini?
Domani è sempre domenica
E nei musei di Milano sogniamo guardando
La città fatta in plastica
E chissà qui chi ci abita
Chissà che vita fantastica
Il Milan gioca stasera, sono tutti a casa
Forse poi si qualifica
Oh-oh, oh-oh-oh
Esco a fare un giro con la macchina
Oh-oh, oh-oh-oh
Quando siamo soli, sei magnifica
Che anima c'è in un luogo?
Respiri nello stesso modo, eppure è sempre nuovo
Nel silenzio la mattina, sui vagoni verso il centro
Quello al rientro quando c'è già luce nel tuo appartamento, mi ci trovo
Tu sei l'attesa in mezzo al traffico
Di lingue che non mastico
Le possibilità perse in un attimo
Tu sei così presente e poi sfuggente
E sei tutte le chances che riesco a cogliere già all'attimo seguente
Milano, scusa, ma in passato sai che ti ho tradita
Pensando di non essere all'altezza della sfida
E per milioni di altri non vali una dedica
Ma tu per me resti come l'America
Ma, dimmi, tu te lo immagini?
Domani è sempre domenica
E nei musei di Milano sogniamo guardando
La città fatta in plastica
E chissà qui chi ci abita
Chissà che vita fantastica
Il Milan gioca stasera, sono tutti a casa
Forse poi si qualifica
E la mia domanda stupida
Rimane: Cosa ti suscita
Scoprire che non corriamo? Parliamo con calma
In quel modello di plastica
Oh-oh, oh-oh-oh
Esco a fare un giro con la macchina
Oh-oh, oh-oh-oh
Quando siamo soli, sei magnifica
DEDICA
Que nome você dá a um sonho?
Sou só mais um a te dizer: Sim, eu quero
No barulho quando os comerciantes fecham as lojas
E na multidão de quem veio até aqui
Pra se encontrar quando é preciso
Entre os prédios e as casas geminadas
Vi em você uma velha amiga e uma mãe severa
E dizer que muitas vezes você não tem piedade é feio, bem, claro
Mas não ter piedade é uma forma de respeito, afinal
Você é uma gota quando cai com todos os seus círculos
E nas luzes das ruas consigo me ver de novo
Quem não te valoriza sabe que talvez não te mereça
Mas pra outros você é como a América
Mas, me diz, você se imagina?
Amanhã é sempre domingo
E nos museus de Milão sonhamos olhando
A cidade feita de plástico
E quem será que mora aqui?
Quem sabe que vida fantástica
O Milan joga hoje à noite, todo mundo em casa
Talvez depois se classifique
Oh-oh, oh-oh-oh
Saio pra dar uma volta de carro
Oh-oh, oh-oh-oh
Quando estamos sozinhos, você é maravilhosa
Que alma há em um lugar?
Respira do mesmo jeito, e ainda assim é sempre novo
No silêncio da manhã, nos vagões rumo ao centro
Aquele na volta quando já tem luz no seu apartamento, eu me encontro lá
Você é a espera no meio do trânsito
De línguas que não entendo
As oportunidades perdidas em um instante
Você é tão presente e depois escorregadia
E é todas as chances que consigo agarrar já no instante seguinte
Milão, desculpa, mas no passado eu te traí
Achando que não era capaz do desafio
E pra milhões de outros você não vale uma dedicatória
Mas pra mim você continua sendo como a América
Mas, me diz, você se imagina?
Amanhã é sempre domingo
E nos museus de Milão sonhamos olhando
A cidade feita de plástico
E quem será que mora aqui?
Quem sabe que vida fantástica
O Milan joga hoje à noite, todo mundo em casa
Talvez depois se classifique
E minha pergunta estúpida
Permanece: O que te provoca
Descobrir que não corremos? Falamos com calma
Nesse modelo de plástico
Oh-oh, oh-oh-oh
Saio pra dar uma volta de carro
Oh-oh, oh-oh-oh
Quando estamos sozinhos, você é maravilhosa