Carta Al Futuro
Ésta es una vieja historia que
Se contaba mucho tiempo atrás
Es una vieja historia
Pero algo te dirá
Eran tiempos de oscuridad
Cuando empezaba a soplar
El maldito viento
De una horrible enfermedad
Fué así
Que el príncipe pensó
Encerrarse en su castillo
Con amigos de verdad
Fué así como pensó
Quedarse dentro sin salir
Hasta que cesara ya
Todo aquel miedo
Y toda aquella oscuridad
En el castillo habìa alegría
Y se estaba en buena compañía
No faltó comida
Y danzaban sin parar
No podía nadie imaginar
Que pudiese algún día llegar
El maldito viento
Que les alcanzó al final
Te escribo a ti
Estas cosas que
Son de un pasado que parece no pasar
Todo esto te escribí
A ti que pronto nacerás
Y no se que sucederá
Si este viento habrá abandonado la ciudad...
Todo esto te escribí ...
Yo no sé que mundo encontrarás
Pero en mi deseo tú serás
Hijo de una nueva y más justa humanidad.
Carta ao Futuro
Essa é uma velha história que
Se contava há muito tempo atrás
É uma velha história
Mas algo vai te contar
Eram tempos de escuridão
Quando começava a soprar
O maldito vento
De uma horrível doença
Foi assim
Que o príncipe pensou
Se trancar no seu castelo
Com amigos de verdade
Foi assim que ele pensou
Ficar dentro sem sair
Até que cessasse já
Todo aquele medo
E toda aquela escuridão
No castelo havia alegria
E se estava em boa companhia
Não faltou comida
E dançavam sem parar
Ninguém podia imaginar
Que algum dia poderia chegar
O maldito vento
Que os alcançou no final
Te escrevo a você
Essas coisas que
São de um passado que parece não passar
Tudo isso eu escrevi
Pra você que logo vai nascer
E não sei o que vai acontecer
Se esse vento vai ter abandonado a cidade...
Tudo isso eu escrevi...
Eu não sei que mundo você vai encontrar
Mas no meu desejo você será
Filho de uma nova e mais justa humanidade.
Composição: Eros Ramazzotti, Adelio Cogliati