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Madrugada À Dentro

Escurinho

Letra

    Quando a noite caiu no meu sertão
    E a lua em meus olhos aflorou
    O meu peito encheu-se de saudades
    Dos carinhos da luz do meu amor
    Madrugada à dentro eu passei
    Com meu peito repleto de desejo
    O veneno vital desse seu beijo
    É meu pote repleto de ausência
    Minhas mãos entre a fé e a ciência
    Absolve o calor dos dias quentes
    Que derrete a memória dos viventes
    Que do mel dessa terra necessita
    Mais um dia na paz ela habita
    No calor do céu dos inocentes

    Mais um dia de medo que não muda
    A cidade percebe e não escuta
    O eco do grito dos antigos
    A paz dos malditos esquecidos
    Um dia a fera te aguenta
    Outro dia ela mesma te arrebenta
    Na vereda na beira do caminho
    Minha carne exposta aos urubus
    Mesmo assim não tem medo dos castigos


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