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Bruxa Maldita

Esnek

Bruja Maldita

El veneno de tus labios me hace mucho daño a diario
No hay cura para esto siento me estoy asfixiando
Andando por las calles perdido buscando algo
Algo que ya no está, mi dignidad que está pasando

No me encuentro a mí mismo ni con dos pepas de ansiolíticos
Daños físicos, mentales, no específicos
Dolor crítico causado por tu cuerpo explicito

Te veo por todas partes yo ya no se ni que hacer
Si hay que temerle a la muerte como le digo a usted
Que me puso en un freezer, congelado como en glaciar
Polar como la antártica, nieve como cocaína

Corazón embustero como salsa de aquellos años
Robando mi energía, mi tiempo y mi calendario
Como duermes por las noches aun sabiendo todo el daño
Me fallaste tantas veces que no hay ni que recordarlo

Bruja maldita
Tu cuerpo está muerto tú ya no respiras
Alma perdida
Encarcelaste mi vida y estoy sin salida

Bruja maldita
Tu cuerpo está muerto tu ya no respiras
Alma perdida
Encarcelaste mi vida y estoy sin

Termino como siempre en un bar buscando alcohol
Más perdido, malherido y la ansiedad que da por dos
Mi cabeza da mil vueltas y mis pensamientos no
Siempre llego al mismo punto, donde solo estás vos

Voz que me atormenta, mis neuronas no conectan
Camino en cámara lenta, nunca abres siempre cierras
Esa puerta predilecta a un futuro sin cadenas
Pero lleno de miseria, quien me quita esta condena
Puta vida que envenena, vete ya de mi cabeza
Quiero ya que estés afuera, nena suéltame las cadenas

Bruja maldita
Tu cuerpo está muerto tú ya no respiras
Alma perdida
Encarcelaste mi vida y estoy sin salida

Bruja maldita
Tu cuerpo está muerto tu ya no respiras
Alma perdida
Encarcelaste mi vida y estoy sin

Que hijo de puta que es el mundo, siempre paso dando tumbos
Navegando a ningún rumbo, dado a tu amor absurdo
Dañino y moribundo
Cabizbajo y taciturno

Bruxa Maldita

O veneno dos teus lábios me machuca todo dia
Não há cura pra isso, sinto que estou me afogando
Andando pelas ruas, perdido, procurando algo
Algo que já não está, minha dignidade que tá indo embora

Não me encontro nem com dois comprimidos de ansiolítico
Danos físicos, mentais, não específicos
Dor crítica causada pelo teu corpo explícito

Te vejo em todo lugar, já não sei nem o que fazer
Se tem que temer a morte, como te digo então
Que me colocou num freezer, congelado como um glaciar
Polar como a Antártica, neve como cocaína

Coração mentiroso como as músicas de antigamente
Roubando minha energia, meu tempo e meu calendário
Como você dorme à noite, sabendo de todo o estrago?
Me falhou tantas vezes que nem precisa lembrar

Bruxa maldita
Teu corpo tá morto, tu já não respiras
Alma perdida
Encarcerou minha vida e estou sem saída

Bruxa maldita
Teu corpo tá morto, tu já não respiras
Alma perdida
Encarcerou minha vida e estou sem

Termino como sempre num bar, buscando álcool
Mais perdido, malferido e a ansiedade que vem em dobro
Minha cabeça dá mil voltas e meus pensamentos não
Sempre chego no mesmo ponto, onde só tá você

Voz que me atormenta, minhas neuronas não conectam
Caminho em câmera lenta, nunca abre, sempre fecha
Essa porta preferida a um futuro sem correntes
Mas cheio de miséria, quem me tira dessa sentença?
Puta vida que envenena, sai já da minha cabeça
Quero que você vá embora, menina, solta minhas correntes

Bruxa maldita
Teu corpo tá morto, tu já não respiras
Alma perdida
Encarcerou minha vida e estou sem saída

Bruxa maldita
Teu corpo tá morto, tu já não respiras
Alma perdida
Encarcerou minha vida e estou sem

Que filho da puta que é o mundo, sempre passo dando tumbos
Navegando a nenhum rumo, dado ao teu amor absurdo
Dañino e moribundo
Cabisbaixo e taciturno

Composição: Esnek