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Entendam a Parada

Esnou

Entiendan La Wea (Katanamental y Dj Tactico)

(En Chile está el poder, en-e-en Chile está el poder Conchetumare!)

Me volvieron las ganas de romper el habla hispana
Escribo de forma violenta como una mexicana
Katana mental flow deparrama
Tu fama es enana la mía es mediana
Su intento musical no pasa por esta duana
Exprimo la lengua castellana
Para plagar las vías urbanas
Estrofas arcanas cercanas
A la habilidad de gimnastas rumanas
Lleva tu rap a la iglesia frasiscana
Veo candidatos políticos y les cierro la venta
La perciana garganta superhumana
Sería mejor meter tu escuadra plana en mi sevatana
De mi boca emana la ponzoña sudamericana
Manejamos la esencia tirana anticristiana yo

¡Yo! Rapeo lo que quiero no me paqueo siempre voy al grano
Mientras algunos piensan como hacer el hit del verano
Cabeza hueca el hambre del resgistro nos delata
Muéranse elegantemente poniéndose la corbata
¡Yo!
Fluyo sobre pista loco nunca me complejo
Fuimos asqueroso que mascar un chicle con pendejo
No hay reglas que nadie te mande no hagai
No buscu'i la fama bucate una promo hielo y vasos
Suelto rimas más brutas que un huaso
Más crudo que pegarse un ñataso
Palabras caen como peñazcasos
Estrofas como pegarte en las bolas con un maso

Nadie iguala el poderío de nuestra labia
Un par de cabezas sabias compondiendo con rabia
Desde la cuarta región hasta arabia
Soy la viuda negra que produjo tu aranofobia
Lesionamos tu inesesaria soberbia
Eres más inútil que un salvavidas en Bolivia
Dediquense a contestar la trivia
La lengua se pone tibia porque es anfibia
Mi demensia aún no se alivia
En estilo libre no cagamos ni con un pack de activia
(Pah)
Mi forma de hacer rap no cambia
Tu estupides es la onda sonora más amplia
Tengo un flow que lo logro por inersia
Es como picar en un cuarto de mí y en reveresa
Mi temática es perversa

Nos acercamos con katana
Vamoh a borrarte la sonrisa
Cámbiame el discurso
Toy más aburrido que un niño en misa
Mi rap es clásico como hincha peleando con los paco's
Haciendo presión luchando mientras el huanaco
Hice un pacto con el rap
Sé que lo vencerá el contrato
Escribo con menos presión que montaña 94
No hay apuro ni sello que controle mi escrito
Esto está gratis en internet
No los subí al carrito
Fuum.. Más prendío que linterna de nochero
Más motivado que evangélico con pandero
Este rap como epidemia se esparse en el mundo entero
Suelto rap y dejo el antipop con agujero

(Chetumare entiendan la wea Che-Che-Chetumare)
(Enti-Endan-Entienda, entiendan, entien-tie-tie-tie-ti-tiendan la wea)

Hacemos harcore de norte a sur de sur a norte
Cada frase en esta cirugía viene siendo un corte
Es Hardcore como asesinar moscas soportes
Creamos escritos sanguinarios por deporte
Hacemos harcore de norte a sur de sur a norte
Cada frase en esta cirugía viene siendo un corte
Es Hardcore como asesinar moscas soportes
Creamos escritos sanguinarios por deporte

(E-E-En Chile está el poder)
(En-En-En Chile, en e-en Chile, Chi-Chil-Chile)
(Chile tá el poder, conchetumare)

Entendam a Parada

(No Brasil tá o poder, no-no-no Brasil tá o poder, caralho!)

Voltou a vontade de quebrar o português
Escrevo de forma violenta como uma mexicana
Flow de katana mental que transborda
Sua fama é pequena, a minha é mediana
Seu intento musical não passa pela alfândega
Espremo a língua portuguesa
Pra invadir as ruas urbanas
Estrofes arcanas, bem próximas
Da habilidade de ginastas romenas
Leva seu rap pra igreja franciscana
Vejo candidatos políticos e fecho a venda
A garganta super-humana é afiada
Seria melhor meter sua equipe plana na minha quebrada
Da minha boca emana a ponzoña sul-americana
Controlamos a essência tirana anticristã, eu

¡Eu! Rapeo o que quero, não me travo, sempre vou direto
Enquanto alguns pensam em como fazer o hit do verão
Cabeça vazia, a fome do registro nos entrega
Morram elegantemente se colocando a gravata
¡Eu!
Fluo sobre a batida, doido, nunca me travo
Fomos nojentos como mastigar chiclete com um idiota
Não há regras, ninguém manda, não faça
Não busque a fama, faça uma promo, gelo e copos
Solto rimas mais brutas que um caipira
Mais cru que levar um soco na cara
Palavras caem como pedras
Estrofes como levar um golpe na virilha com um martelo

Ninguém iguala o poder da nossa língua
Um par de cabeças sábias compondo com raiva
Da quarta região até a Arábia
Sou a viúva negra que gerou sua aracnofobia
Lesionamos sua soberania desnecessária
Você é mais inútil que um salva-vidas na Bolívia
Dedique-se a responder a trivia
A língua fica morna porque é anfíbia
Minha demência ainda não se alivia
No estilo livre, não erramos nem com um pack de Activia
(Pah)
Minha forma de fazer rap não muda
Sua estupidez é a onda sonora mais ampla
Tenho um flow que consigo por inércia
É como picar em um quarto de mim e em reversa
Minha temática é perversa

Nos aproximamos com katana
Vamos apagar seu sorriso
Mude meu discurso
Tô mais entediado que uma criança em missa
Meu rap é clássico como torcedor brigando com os policiais
Fazendo pressão, lutando enquanto o guanaco
Fiz um pacto com o rap
Sei que o contrato vai vencê-lo
Escrevo com menos pressão que a montanha 94
Não há pressa nem selo que controle meu escrito
Isso tá grátis na internet
Não coloquei no carrinho
Fuum.. Mais aceso que lanterna de vigia
Mais motivado que evangélico com pandeiro
Esse rap como epidemia se espalha pelo mundo inteiro
Solto rap e deixo o antipop com buraco

(Carapau, entendam a parada, Che-Che-Caralho)
(Enti-Entendam-Entenda, entendam, entien-tie-tie-tie-ti-tiendam a parada)

Fazemos hardcore de norte a sul, de sul a norte
Cada frase nessa cirurgia é um corte
É hardcore como assassinar moscas de suporte
Criamos escritos sanguinários por esporte
Fazemos hardcore de norte a sul, de sul a norte
Cada frase nessa cirurgia é um corte
É hardcore como assassinar moscas de suporte
Criamos escritos sanguinários por esporte

(E-E-No Brasil tá o poder)
(No-No-No Brasil, no-no-no Brasil, Bra-Bra-Brasil)
(Brasil tá o poder, caralho)

Composição: Esnou