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Cavalinho do Mar

Estopa

Caballito de Mar

Y por más que tu engañes al mar
y dejes al pasar veneno
yo no me muero
aunque hay veces y reces por estar
más lo mismo es
yo soy bueno

No me quites, apartate,
aparta ya, no ves que sin ti
no me enteroooo.
cuando no estoy contigo
no tengo vida,
apagas mi camino,
abriendo heridas,
no encuentro la alegria,
ni mi destino
si no te tengo,tengo,
nada puedo puedo puedo desear.

Quisiera ser un caballito de mar
no separarme jamas
de tus ojillos negros
verte de nuevo al pasar
y ver como hechas demás
hechas castañas al fuego
por ti me muero

Quisiera ser un caballito de mar
no separarme jamaaas
de tus ojillos negros
si hay llantos en el mar
no los quiero escuchar
si persigo tus huellas
me pierdo en soledad
volver a dibujar
tu cuerpo en un cristal
pa no dejar de verte jamás

Prisionero de tu cielo
me acompaña la noche
escondiendo reproches de hielo
que queman mis pestañas

Ya lo ves no soy libre
alla fuera habrá algún lugar
donde pueda sentirme
como aquel día en volviste a decirme
buenos dias

Quisiera ser un caballito de mar
no separarme jamas
de tus ojillos negros
verte de nuevo al pasar
y ver como hechas demás
hechas castañas al fuego
por ti me muero

Cavalinho do Mar

E por mais que você engane o mar
E deixe passar veneno
Eu não morro
Embora às vezes reze pra estar
Mas é tudo igual
Eu sou do bem

Não me tire, se afaste,
Afastar já, não vê que sem você
Eu não me entendoooo.
Quando não estou contigo
Não tenho vida,
Apaga meu caminho,
Abrindo feridas,
Não encontro a alegria,
Nem meu destino
Se não te tenho, tenho,
Nada posso, posso, posso desejar.

Queria ser um cavalinho do mar
Nunca me separar
Dos seus olhinhos negros
Ver você de novo ao passar
E ver como faz demais
Faz castanhas ao fogo
Por você eu morro

Queria ser um cavalinho do mar
Nunca me separar
Dos seus olhinhos negros
Se há choros no mar
Não quero escutar
Se sigo suas pegadas
Me perco na solidão
Voltar a desenhar
Seu corpo em um cristal
Pra não deixar de ver você nunca mais

Prisioneiro do seu céu
A noite me acompanha
Escondendo os ressentimentos de gelo
Que queimam minhas pestanas

Já vê, não sou livre
Lá fora deve haver algum lugar
Onde eu possa me sentir
Como naquele dia em que você voltou a me dizer
Bom dia

Queria ser um cavalinho do mar
Nunca me separar
Dos seus olhinhos negros
Ver você de novo ao passar
E ver como faz demais
Faz castanhas ao fogo
Por você eu morro

Composição: