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Madrugadas

Estopa

Mañanitas

Emitiendo...

Esto... es... estopa...

Esa nochecita que se escapa sola
Desde que toca la aurora llega a su fin
No me explico que no tenga sueño
Yo no tengo ganas de dormir.

Y me fijo en cualquier tonteria
Ojito al cruzar esa vía delante de mí
Que aún me queda energía todavia
Y la sonrisa puesta al revés..

Se que me dejé llevar por el alcohol
Fuí dando tumbos sin rumbo
Como una cometa que nadie sujeta
Y que si el viento no se mueve queda...

Quieta como tu esperando el autobús
Bajo un temprano sol, la primerita luz
Tu cara iluminó, yo no supe que hacer
Me fuí corriendo al fondo
Del oscuro callejón donde me escondo.

Esas mañanitas que llega a deshora
Y el sol que desenamora detras de mí
Que recalienta las poquitas neuronas
Que me quedan no quieren morir

Y me fijo en todo y me quedo
Y no puedo con todo lo que quiero
Ver no me quedan luces encendidas
Y el corazón a doscientos.

Luego me quedé dormido en un vagón
Y no desperte hasta la última estación
Y no era de día todavía
Y aún me quedaba imaginación.

Me dejó llevar por el alcohol
Fui dando tumbos sin rumbo
Como una cometa que nadie sujeta
Que si el viento no la mueve se cae.

Emitiendo...

Esas mañanitas tan desoladoras
Mi ritmo a cinco por hora
Para seguir mi camino por el puente del destino
Que me lleva a la cama a dormir.

¿qué me pasa, que no quiero ir a casa?
Esta guasa con mi cabeza arrasa
Que parada que tenemos no estamos tan mal
Y hace tiempo que no me siento nadie especial.

Luego me quemé con un rayo de sol
No pude detener la aguja de mi reloj
Que las horas pasan muy deprisa
Y yo por dentro voy muy lento.

Me dejé llevar por el alcohol
Fuí dando tumbos sin rumbo
Como una cometa que nadie sujeta
Y que si el viento no la mueve queda...

Quieta como tu esperando el autobús
Bajo un temprano sol la primerita luz
Tu cara iluminó yo no supe que hacer
Me fui corriendo al fondo
Del oscuro callejón donde me escondo.

Y hace tiempo que no me siento nadie especial...

Me dejé llevar por el alcohol
Fuí dando tumbos sin rumbo
Como una cometa que nadie sujeta
Y que si el viento no la mueve se cae...

Se cae...
Se cae...
Se cae...

Madrugadas

Emitindo...

Isso... é... estopa...

Aquela noite que se escapa sozinha
Desde que a aurora toca, chega ao fim
Não me explico por que não tenho sono
Eu não tô a fim de dormir.

E eu me fixo em qualquer bobagem
Olho ao cruzar essa via na minha frente
Que ainda me resta energia ainda
E o sorriso tá de cabeça pra baixo..

Sei que me deixei levar pelo álcool
Fui dando tumbos sem rumo
Como uma pipa que ninguém segura
E que se o vento não sopra, fica...

Parada como você esperando o ônibus
Sob um sol matutino, a primeira luz
Seu rosto iluminou, eu não soube o que fazer
Fui correndo pro fundo
Do escuro beco onde me escondo.

Essas madrugadas que chegam a deshora
E o sol que desilude atrás de mim
Que reaquece as pouquinhas neuronas
Que me restam, não querem morrer

E eu me fixo em tudo e fico
E não consigo com tudo que quero
Ver, não me restam luzes acesas
E o coração a duzentos.

Depois eu dormi em um vagão
E não acordei até a última estação
E ainda não era dia
E ainda me restava imaginação.

Deixei-me levar pelo álcool
Fui dando tumbos sem rumo
Como uma pipa que ninguém segura
Que se o vento não a move, cai.

Emitindo...

Essas madrugadas tão desoladoras
Meu ritmo a cinco por hora
Pra seguir meu caminho pelo ponte do destino
Que me leva pra cama dormir.

O que tá acontecendo, que não quero ir pra casa?
Essa zoeira na minha cabeça arrasa
Que parada que temos, não estamos tão mal
E faz tempo que não me sinto ninguém especial.

Depois eu me queimei com um raio de sol
Não consegui parar a agulha do meu relógio
Que as horas passam muito rápido
E eu por dentro vou muito lento.

Me deixei levar pelo álcool
Fui dando tumbos sem rumo
Como uma pipa que ninguém segura
E que se o vento não a move, fica...

Parada como você esperando o ônibus
Sob um sol matutino, a primeira luz
Seu rosto iluminou, eu não soube o que fazer
Fui correndo pro fundo
Do escuro beco onde me escondo.

E faz tempo que não me sinto ninguém especial...

Me deixei levar pelo álcool
Fui dando tumbos sem rumo
Como uma pipa que ninguém segura
E que se o vento não a move, cai...

Cai...
Cai...
Cai...

Composição: