395px

Estrela Cadente

Estopa

Estrella Fugaz

Cuando cae la luna sobre el mar
Nunca sabe dónde reflejarse
Con tánta
Basura no es tarea fácil
Y la aurora aquí de boreal no pinta nada
Aparte
De madrugar
Cuántos sueños locos,
Tantas noches en vela,
Cuántos
Silencios rotos
Quieres que me convierta
En una estrella fugaz
Y yo
Tengo pocas luces
No puedo iluminar
Saben los planetas
Que no estoy
Para cuentos
Me preguntan los cometas
Si estoy necesitado de amor
Y yo
Les digo que no,
Que me dispara tantas balas
Que vivo en un paredón
Ya hace tiempo que te vengo necesitando
Viajo por el cosmos a ver si llego a tu lado
Y tu voz vuelve a susurrar mi oído
Igual que truena un cañón
Directo a mi corazón
Me meto en el agujero negro sin solución
Y después de este parón
Si recupero la respiración
Quiero poder pensar que querer es poder
Quiero poder pensar que necesito verte
La vida no es igual
Si no puedo morirme
Yo en tu regazo
No tuviera yo esa suerte
Verte siempre,
Yo necesito verte
La vida no es igual
Si no puedo morirme
Yo en tu regazo
No tuviera yo esa suerte
En qué tú crees
Que yo tengo
Que convertirme.
Y no se me saca ni con grúa,
Porque pesa mucho mi armadura
Con tánta hora muerta es tarea dura
Yo quiero bajar por tu cintura,
Quiero desatar tus ataduras
Robar tus sueños locos,
Robar tus noches en vela
Robar tus silencios rotos
Quieres que me convierta
En una estrella fugaz
Si tengo pocas luces
No puedo iluminar
Saben los planetas
Que no estoy para cuentos
Me preguntan los cometas
Si estoy necesitado de amor
Y yo les digo que no,
Que me dispara tántas balas
Que vivo en un paredón.

Estrela Cadente

Quando a lua cai sobre o mar
Nunca sabe onde se refletir
Com tanta
Bagunça não é fácil
E a aurora aqui do boreal não pinta nada
Além de
Acordar cedo
Quantos sonhos malucos,
Tantas noites sem dormir,
Quantos
Silêncios quebrados
Você quer que eu me transforme
Em uma estrela cadente
E eu
Tenho poucas luzes
Não consigo iluminar
Sabem os planetas
Que não estou
Para histórias
Os cometas me perguntam
Se estou precisando de amor
E eu
Digo que não,
Que me disparam tantas balas
Que vivo em um paredão
Já faz tempo que venho precisando de você
Viajo pelo cosmos pra ver se chego ao seu lado
E sua voz volta a sussurrar no meu ouvido
Igual a um trovão de um canhão
Direto no meu coração
Me jogo no buraco negro sem solução
E depois dessa pausa
Se eu recuperar a respiração
Quero poder pensar que querer é poder
Quero poder pensar que preciso te ver
A vida não é igual
Se não posso morrer
Eu no seu colo
Não teria essa sorte
Te ver sempre,
Eu preciso te ver
A vida não é igual
Se não posso morrer
Eu no seu colo
Não teria essa sorte
No que você acredita
Que eu tenho
Que me transformar.
E não sai de mim nem com guindaste,
Porque minha armadura pesa muito
Com tanta hora morta é uma tarefa dura
Eu quero descer pela sua cintura,
Quero soltar suas amarras
Roubar seus sonhos malucos,
Roubar suas noites sem dormir
Roubar seus silêncios quebrados
Você quer que eu me transforme
Em uma estrela cadente
Se tenho poucas luzes
Não consigo iluminar
Sabem os planetas
Que não estou para histórias
Os cometas me perguntam
Se estou precisando de amor
E eu digo que não,
Que me disparam tantas balas
Que vivo em um paredão.

Composição: Jose Manuel Muñoz Calvo / David Muñóz Calvo