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Luz das Velas

Estopa

Luz de Las Velas

A la luz de las vela' y es más fácil ver
Contando los minutos, es mejor ni hablar
La luz de las estrellas brillan como esa vieja bombilla
A punto de estallar
Cansado de que todo el rato suene igual
Siempre la misma puta música infernal
El ruido de este encierro no me deja oír los perros que

Ladran de corazón
Y vendré luego siempre a pedir perdón
Que cuando me canso, descanso
Y a veces me quedo empanado
Y si quieres, puedo darte el corazón
Mi Dios, mi bandera, mi hoguera

Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no

Contando las estrellas me suelo dormir
A veces llego hasta a contar unas dos mil
Pero a veces me pierdo, siempre que de ti me acuerdo yo
Vuelvo a comenzar
Los culos de botella que suelo dejar
Siempre dibujan una cara de animal
Despierto por destierro de un sueño profundo medieval
Forjando el hierro una vez má'

Mírame
Cansado de tener que hablar
Me pierdo entre la oscuridad
Que no me deja ver
Cuando vas a venir
Y yo no sé

Qué tecla tengo que tocar
En qué me puedo transformar
Pa estar dentro de ti
Y qué puertas tengo que traspasar
Qué ficha tengo que mover
Qué ejército debo arrasar
En este mundo gris

Y qué banderas tengo que quemar
Y vendré luego siempre a pedir perdón
Que cuando me canso, descanso
Y a veces me quedo empanado
Y si quieres, puedo darte el corazón

Mi Dios, mi bandera, mi hoguera
Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no
Mi paz de cualquier manera, no

Mi paz de cualquier manera, no (mi paz de cualquier manera, ¡no!)
Mi paz de cualquier manera, no (mi paz de cualquier manera, ¡no!)
Mi paz de cualquier manera, no (mi paz de cualquier manera, ¡no!)
Mi paz de cualquier manera, no (mi paz de cualquier manera, ¡no!)
Mi paz de cualquier manera, no (¡no!, mi paz de cualquier manera)
Mi paz de cualquier manera, no (¡no!, de cualquier manera)

¡No!
¡No!
¡No!
¡No!
¡No!

Luz das Velas

À luz da vela é mais fácil ver
Contando os minutos, é melhor nem falar
A luz das estrelas brilha como aquela velha lâmpada
Prestes a estourar
Cansado de que tudo o tempo soe igual
Sempre a mesma música infernal
O barulho desse aprisionamento não me deixa ouvir os cães que

Ladrando de coração
E voltarei sempre a pedir perdão
Que quando me canso, descanso
E às vezes fico meio perdido
E se quiser, posso te dar meu coração
Meu Deus, minha bandeira, minha fogueira

Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não

Contando as estrelas eu costumo dormir
Às vezes chego a contar até duas mil
Mas às vezes me perco, sempre que de você me lembro eu
Volto a começar
As garrafas que costumo deixar
Sempre desenham uma cara de animal
Acordo por desterro de um sonho profundo medieval
Forjando o ferro mais uma vez

Olha pra mim
Cansado de ter que falar
Me perco na escuridão
Que não me deixa ver
Quando você vai vir
E eu não sei

Que tecla eu tenho que tocar
Em que posso me transformar
Pra estar dentro de você
E que portas eu tenho que atravessar
Que peça eu tenho que mover
Que exército eu devo arrasar
Neste mundo cinza

E que bandeiras eu tenho que queimar
E voltarei sempre a pedir perdão
Que quando me canso, descanso
E às vezes fico meio perdido
E se quiser, posso te dar meu coração

Meu Deus, minha bandeira, minha fogueira
Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não
Minha paz de qualquer jeito, não

Minha paz de qualquer jeito, não (minha paz de qualquer jeito, não!)
Minha paz de qualquer jeito, não (minha paz de qualquer jeito, não!)
Minha paz de qualquer jeito, não (minha paz de qualquer jeito, não!)
Minha paz de qualquer jeito, não (minha paz de qualquer jeito, não!)
Minha paz de qualquer jeito, não (não!, minha paz de qualquer jeito)
Minha paz de qualquer jeito, não (não!, de qualquer jeito)

Não!
Não!
Não!
Não!
Não!

Composição: Estopa