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Sevilhanas da Vida

Estrella Morente

Sevillanas de la vida

Me enamor?me enamor?me enamor?..me enamor?
Me enamor?e tu risa, tu pelo, tu cara,
paisaje del cielo.
De lo verde de los campos,
del aire, del sue?
del hombre que anhelo.
Cantaba el amanecer y me ba? un lucero,
cantaba una gran verdad,
si no me besas, me muero.
Me enamor?me enamor?me enamor?

La soledad, la soledad, la soledad,...mi soledad.
La soledad me acompa?
de noche, tu ausencia, me mata y me hiere.
Lo que robamos al tiempo,
tus besos, mi miedo,la escarcha de Enero
La soledad me ense? amarte sobre los celos,
a perseguir tu pasi? a refugiarme en mi credo.
La soledad, la soledad, la soledad.

T??e das, t??e das, t??e das,...t??e das.
Si yo te doy mi cari?sincero,
mi risa, mi boca de hielo.
Te doy lo limpio del aire,
mi sangre, mis ganas,
mi aliento, mi velo.
Te doy las flores de abril,
lo que me escribe el encero,
te doy la voz de jazm?
te doy un patio de arbero.
T??e das, t??e das, t??e das.

Lib?me, lib?me, lib?me,...lib?me.
Lib?me de lo negro, lo sucio,
lo muerto, lo falso y lo necio.
Y dame el son de los campos de Cadiz,
lo blanco y el azul del cielo.
Lib?me del perd?de los que nunca sintieron,
de los que no ven amor,
de los que son embusteros.
Lib?me, lib?me, lib?me.

Sevilhanas da Vida

Me apaixonei, me apaixonei, me apaixonei... me apaixonei?
Me apaixonei pelo seu sorriso, seu cabelo, seu rosto,
paisagem do céu.
Pelo verde dos campos,
do ar, do sonho
do homem que eu anseio.
Cantava o amanhecer e me banhava uma estrela,
cantava uma grande verdade,
se você não me beija, eu morro.
Me apaixonei, me apaixonei, me apaixonei.

A solidão, a solidão, a solidão,... minha solidão.
A solidão me acompanha
à noite, sua ausência, me mata e me fere.
O que roubamos do tempo,
suas bocas, meu medo, a geada de janeiro.
A solidão me ensinou a te amar acima dos ciúmes,
a perseguir sua paixão, a me refugiar na minha crença.
A solidão, a solidão, a solidão.

Você dá, você dá, você dá,... você dá.
Se eu te dou meu carinho sincero,
meu sorriso, minha boca de gelo.
Te dou o que é puro do ar,
minha sangue, minhas vontades,
meu fôlego, meu véu.
Te dou as flores de abril,
o que me escreve o destino,
te dou a voz de jasmim,
te dou um pátio de árvores.
Você dá, você dá, você dá.

Liberta-me, liberta-me, liberta-me,... liberta-me.
Liberta-me do que é negro, do que é sujo,
do que é morto, do que é falso e do que é tolo.
E me dá o som dos campos de Cádiz,
o branco e o azul do céu.
Liberta-me do perdão dos que nunca sentiram,
dos que não veem amor,
dos que são mentirosos.
Liberta-me, liberta-me, liberta-me.

Composição: Paco Ortega