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Pelos Fandangos

Estribo de Prata

Letra

    Pelos fandangos do Rio Grande vou chegando
    Gaita nas costas e o pingo pateando o vento
    Trazendo versos pra alegrar o nosso povo
    Que nos espera mostrando contentamento

    Quando eu canto é o canto dos meus ancestrais
    Pois nossa música é o do pago e tem raiz
    Canto do campo, pealo, laço e gineteada
    E nas madrugadas dança um povo feliz

    (Já de vereda se vamo tranqueando versos
    E as prendas lindas se alvorotam retoçando
    Buscando pouso pros seus seonhos de romance
    Nos braços fortes dos peões se apaixonando

    E pela sala gastando a sola da bota
    Bem apertados a Silena e o Bastião
    Trocando juras de amor por toda a vida
    E muitas promessas de casório no rincão)

    Pra manter viva a cultura do Rio Grande
    Boleio a perna empeçando um gaitaço
    E o que renova nossos sonhos de gaúcho
    É receber do povo um sincero abraço

    Pelas bailantas galponeiras vou chegando
    Gaita nas costas e o pingo solto das patas
    E neste tranco convidando a gauchada
    Para bailar ao som do Estribo de Prata

    (Já de vereda se vamo tranqueando versos
    E as prendas lindas se alvorotam retoçando
    Buscando pouso pros seus seonhos de romance
    Nos braços fortes dos peões se apaixonando

    E pela sala gastando a sola da bota
    Bem apertados a Silena e o Bastião
    Trocando juras de amor por toda a vida
    E muitas promessas de casório no rincão)

    Composição: Enio Silveira / Xico Silveira. Essa informação está errada? Nos avise.

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