Tradução gerada automaticamente
Essays in Moonlight; Dysmorphia
Eternal Deliverance
Essays in Moonlight; Dysmorphia
because of the hardness of steel and the way stone crumbles to a dust we can taste in our open mouths like enamel filed down to make space for other teeth. the over growth of our bone jungle fingers slapped with latex stretch lips wide at their already
chapped corners open wider now spit. because all the news is bad news, because i woke up early and my coffee is cold. because the scars from my wisdom teeth have never healed because i can't stop biting my finger nails i decide not to eat. the weather is all wrong and i don't deserve it. i want to be my own mother bird chewing food i'll never swallow. spare hollow boned delicate in a wind that reaches between feathers. i slap a blister pack of pink pills that shed their skin in my palm. pour the water, drink them down.
ipecac forgiveness the science of in then out. there is satisfaction in settling for less, the deliberation over teaspoons darkened windows make mirrors at midday reflection fragmented calves and curb a language in glass understood in parts: arms, thighs, stomach. not as lean as need not as long as desire.
it's the background i don't notice automatic doors to let me in close to keep me out. the absence between the seals, the coming together, the pulling apart.
Ensaios à Luz da Lua; Disformia
por causa da dureza do aço e da forma como a pedra se desmancha em pó que podemos sentir em nossas bocas abertas como esmalte desgastado para fazer espaço para outros dentes. o crescimento descontrolado de nossa selva óssea dedos estalados com látex esticam os lábios largos em seus cantos já ressecados abrem-se mais agora cuspindo. porque todas as notícias são más notícias, porque eu acordei cedo e meu café está frio. porque as cicatrizes dos meus dentes do siso nunca cicatrizaram porque não consigo parar de roer as unhas decido não comer. o tempo está todo errado e eu não mereço isso. eu quero ser minha própria mãe pássaro mastigando comida que nunca vou engolir. spare oco de ossos delicados em um vento que alcança entre as penas. eu estalo uma cartela de pílulas rosas que soltam a pele na minha palma. despejo a água, bebo tudo. perdão ipecac a ciência de entrar e sair. há satisfação em se contentar com menos, a deliberação sobre colheres de chá janelas embaçadas fazem espelhos ao meio-dia reflexão fragmentada panturrilhas e meio-fio uma linguagem em vidro entendida em partes: braços, coxas, estômago. não tão magro quanto preciso não tão longo quanto desejo. é o fundo que não percebo portas automáticas para me deixar entrar perto para me manter fora. a ausência entre os selos, o unir, o separar.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Eternal Deliverance e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: