Il Pagano
I heard the euphony, brothers' heathen hymn for the last time,
Dying in agony, implaceably killed by the cross of saviour...
My soul arisen from blood of your fear in darkness
Chalice of blindness is brimmed with emptiness,
I despise the light of candle that wax is seen as death
And my hands won't join and my mind won't defer...
Melancholy choir of death, sounds through the pagan sun,
Sword desires the blood on behalf of no one,
The tears of the desperate pagans, who've lost even themselves,
Their crying is accompanied with the sinister church bells,
Wake up, my brothers, friends, now you cannot be dead!
It is the time to defend our motherland!
You've stayed alone, my son, your gods will show you the way!
But how can I vanquish my grief?
Never go astray!
That day when the reign of book was changed into the empty dust,
False candle with extinguish and the sword will rust,
Conscience of the ancestors will turn up with the clever sign,
The fears brought the Darkness to minds of the roots of time...
Sono Pagano, Odio la Christianita!
Vidim màtve tela, tisice Slovanov, èo padli v boji za nas, pohanov,
Srdce zviera mi zia¾. Kresan! Stihne a sud!
Pomstime svojich bratov, povstaò moj ¾ud!
I burst into the tears, when I feel the blood of my sons,
Meadows studded with the death, a part of me died,
You are the last and fated
Who stayed to fight for the honour of the pagans,
Whose dignity was trampled by the beast,
Coming on behalf of Jesus Christ...
The prophecy of the fourth rider was hidden in the rose,
The fallen gill means the fall of the genuine pure horse,
The spines mean the pain of knowledge which has been so narrow,
I didn't succumb to embrace of candle's shadow!
Never!
O Pagão
Eu ouvi a eufonia, o hino pagão dos irmãos pela última vez,
Morrendo em agonia, implacavelmente morto pela cruz do salvador...
Minha alma surgiu do sangue do seu medo na escuridão
Cálice de cegueira transbordando de vazio,
Desprezo a luz da vela que a cera é vista como morte
E minhas mãos não se juntarão e minha mente não cederá...
Coro melancólico da morte, soa através do sol pagão,
A espada deseja o sangue em nome de ninguém,
As lágrimas dos pagãos desesperados, que perderam até a si mesmos,
Seu choro é acompanhado pelos sinos sinistros da igreja,
Acordem, meus irmãos, amigos, agora vocês não podem estar mortos!
É hora de defender nossa pátria!
Você ficou sozinho, meu filho, seus deuses te mostrarão o caminho!
Mas como posso vencer minha dor?
Nunca se desvie!
Aquele dia em que o reinado do livro se transformou em pó vazio,
Falsa vela se apagará e a espada enferrujará,
A consciência dos ancestrais surgirá com o sinal astuto,
Os medos trouxeram a Escuridão às mentes das raízes do tempo...
Sono Pagano, Odeio a Cristianidade!
Vejo a morte dos corpos, milhares de eslavos, que caíram na luta por nós, pagãos,
Meu coração aperta de dor. Cristão! Você será julgado!
Vamos lembrar de nossos irmãos, levante-se, meu povo!
Eu explodo em lágrimas, quando sinto o sangue dos meus filhos,
Prados salpicados de morte, uma parte de mim morreu,
Você é o último e destinado
Que ficou para lutar pela honra dos pagãos,
Cuja dignidade foi pisoteada pela besta,
Vindo em nome de Jesus Cristo...
A profecia do quarto cavaleiro estava escondida na rosa,
A branquela caída significa a queda do puro cavalo genuíno,
Os espinhos significam a dor do conhecimento que foi tão estreito,
Eu não sucumbi ao abraço da sombra da vela!
Nunca!