Perinbaba Theme
Lesmi i poliami, èo stvoril nas vek,
V mysliach davnych pochovany je des,
Cez sedla hor, hmlistych Karpat hrebene,
Putuje v dia¾ nadej vzbudena dnes,
A stovky orlov, èo kruzia vo vysinach,
Jej vzdava poctu, ticha dostojnos vnich,
Aj tie uz znaju to, èo ini tusia len,
Ze vykriku predchadza nebadany vzdych,
A zutrap osidiel, hoc raz uz zronene,
Teraz sa prebudza apovstava spa,
Do vekov vryte runy slovanskych èias
Toho navrat teraz kazdy zna uvidie!
O, povstaò Fenix slovansky a le,
Nase duse zufaju zas teba uvidie,
A duby tisicroène v zivot preber nam zas,
Nech Perun vzkriesi nas èas...
Predlho èakal titan ukryty vnas,
Udy mu zoslably, hoc silny sa zda,
Reaze vsak pretrha, nech slovansky rod,
Utrapy otroctva nikdy viac nespozna
A synov nasich nikto viac uz nesputa,
Sa orly hrde oni budu sa nies
A veène posvatne v usiach ti bude znie:
"Ja nikdy nezradim svoj rod asvoju èes!"
O, povstal Fenix, kletu kridla rozprestrel,
Vtej chvili kazdy vedie lieta len chcel
Z tych dubov tisicroènych poèul si hlas:
Dnes Perun vzkriesil nas èas!
Paslo dievèa pavy v tom zelenom haji,
Prisli k nemu dva mladenci: "poï ty dievèa s nami!"
"Kebych s vami jela, kam bych pavy dala,
Pustim ich ja dolinami a ja pojdem s vami!"
Tema de Perinbaba
Nos campos e florestas, Ele nos criou há muito,
Em pensamentos antigos, um medo está enterrado,
Através dos picos das montanhas, das nebulosas Carpatos,
Hoje, a esperança desperta em nosso caminho,
E centenas de águias que circulam nos céus,
Prestam homenagem, em silêncio, à dignidade neles,
Até mesmo elas sabem o que outros apenas suspeitam,
Que um grito sempre precede um suspiro inesperado,
E das armadilhas do passado, embora já quebradas,
Agora se levantam e se reerguem novamente,
Nos séculos gravadas, runas de tempos eslavos,
Esse retorno agora todos vão testemunhar!
Oh, levante-se, Fênix eslava, e voe,
Nossas almas anseiam por te ver novamente,
E os carvalhos milenares nos tragam a vida outra vez,
Que Perun ressuscite nosso tempo...
O titã escondido em nós esperou por muito tempo,
Seus poderes se esgotaram, embora pareça forte,
Mas ele quebra as correntes, para que o povo eslavo,
Nunca mais conheça as dores da escravidão.
E nossos filhos não serão mais aprisionados,
As águias orgulhosas irão se erguer,
E eternamente sagrado em seus ouvidos soará:
"Eu nunca trairei meu povo e minha honra!"
Oh, Fênix se levantou, espalhou suas asas,
Naquele momento, todos queriam voar,
Dos carvalhos milenares, você ouviu a voz:
Hoje, Perun ressuscitou nosso tempo!
Uma moça pastoreava pavões naquele bosque verde,
Dois jovens se aproximaram: "Vem, moça, venha conosco!"
"Se eu for com vocês, onde deixarei os pavões?
Eu os soltarei nos vales e irei com vocês!"