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O Manifesto da Resistência

Ethereal Pandemonium

The Resistance Manifesto

Misery... came to redeem us with
Dignity... of the icons of death
Jesus Christ... and his crestfallen sight
Tragedy... of the split divine

V bezutesnej tisine rozplinul sa tieò,
Prekonany èasom v ten osudny deò,
Zo scholastickych vod narazil na breh
A vokol rozliehal sa Erazmov smiech
Z popola doby povstal, aby vyrazil vpred,
Sumrak bohov privolal, èim uhasil svoj smad,
Osvieteny posadil sa spa na ¾udsky tron
A obratil kriz - s vervou - s novym posolstvom... ku nam

Ornaments of Torture - Unique, Severed Limbs repaired,
And will with urge to control sensibility long dead,
With oceans, bleeding orgasms, perverted sainthood - I
Philosophy of new day vengeance born, condemned to die.
Feed me dirt, scum bathe my body, slowly hours pass,
But eyes refuse to stare the way the painful heart demands...

Self-hatred carnival and masks expressing self-pressed anger
God hidden in atom, divine chemistry
Manuf(r)actured poetry for the vengeance of the new millennium
Blasphemy as exit from the stabwounds of our fate,
Set ablaze in freezing darkness - mummified verse,
Where tons of human flesh cells fulfill promethean curse,
Labyrinth of straight path - Christendom of trust?
Forever incomprehensible to us... (Christendom of trust???)

Where are all the wizards now? Who can hear their cries?
Time has buried their torsos in the dirt...
Whom they shall preach, whom shall they praise...
Only Whores of modern Babylon...
But still... a memory out to the distance...
Reminding of the moment... close to their death

Now watch the icons bleed, the heavens weep and pandemons black'n'roll...

O Manifesto da Resistência

Miséria... veio nos redimir com
Dignidade... dos ícones da morte
Jesus Cristo... e seu olhar abatido
Tragédia... da divindade dividida

Na silenciosa solidão se desfez o laço,
Superado pelo tempo naquele dia fatídico,
Das águas escolásticas, encontrou a margem
E ao redor ecoava o riso de Erasmo
Das cinzas da era, levantou-se para avançar,
O crepúsculo dos deuses convocou, saciando sua sede,
Iluminado, sentou-se de volta no trono humano
E virou a cruz - com fervor - com uma nova mensagem... para nós

Ornamentos de Tortura - Únicos, Membros decepados consertados,
E com a urgência de controlar a sensibilidade há muito morta,
Com oceanos, orgasmos sangrando, santidade pervertida - eu
Filosofia da vingança do novo dia nascida, condenada a morrer.
Alimente-me com terra, escória banhe meu corpo, as horas passam devagar,
Mas os olhos se recusam a encarar como o coração dolorido exige...

Carnaval de auto-ódio e máscaras expressando a raiva reprimida
Deus escondido no átomo, química divina
Poesia manufaturada para a vingança do novo milênio
Blasfêmia como saída das feridas de nosso destino,
Incendiado na escuridão congelante - verso mumificado,
Onde toneladas de células de carne humana cumprem a maldição prometéica,
Labirinto do caminho reto - Cristianismo da confiança?
Para sempre incompreensível para nós... (Cristianismo da confiança??? )

Onde estão todos os magos agora? Quem pode ouvir seus gritos?
O tempo enterrou seus torsos na terra...
A quem eles devem pregar, a quem devem louvar...
Apenas as Meretrizes da Babilônia moderna...
Mas ainda... uma memória à distância...
Lembrando do momento... perto de sua morte

Agora veja os ícones sangrarem, os céus chorarem e os pandemônios black'n'roll...

Composição: