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Quando a Noite Chega... Despertar dos Demônios

Ethereal Pandemonium

When The Dusk Comes... Awakenings Of The Demons

Each new dawn I die, with the sunrise I fade away,
Creating the last drop of the sweat on your face,
I am the evil that remains forgotten on the daylight,
To be (en)throned again when the demons awake the night.

Darkness I crave,
Nocturnal slave,
Four-cornered grave,
Cradle of the Pain...

Diving in black I suffocate,
Reading the rhymes of the twilight gates,
The spirit roams in the infinite nothingness,
Into the abyss falls my day,
Dark waters of Styx wash away,
The dreams that once belonged to emptiness,
You can't escape those dreams of gray,
Although with dawn I fade away,
When twilight comes, the wolves hunt for prey,
And when the sun falls I awake,
The Suffering shall last until you break,
Release of malice, the darkest stains...

Come and be my dream,
Just a silhouette of hope I see,
On the bed of thorns my body lies,
Awaiting the eternal sleep,
The pain we both did share,
Ment everything to me I swear,
Now without pleasure in the real world,
I shall dive in dreams, right there...

The creator of all the scars in the minds am I,
The real world Satan, hidden in every man,
The mirrors have two faces with the velvet signs of the pain,
Stories they may hide, they are no fairytales...

May I never close my eyes, for the pain the release of long-forgotten
Memories brings to me...
The Demons sleep in thee...

Quando a Noite Chega... Despertar dos Demônios

A cada nova aurora eu morro, com o nascer do sol eu desapareço,
Criando a última gota do suor no seu rosto,
Sou o mal que permanece esquecido na luz do dia,
Para ser (en)tronizado novamente quando os demônios despertam a noite.

A escuridão eu anseio,
Escravo noturno,
Cova de quatro cantos,
Berço da Dor...

Mergulhando no preto eu sufoco,
Lendo as rimas dos portões do crepúsculo,
O espírito vagueia no infinito nada,
Para o abismo cai meu dia,
Águas escuras do Estige lavam,
Os sonhos que um dia pertenceram ao vazio,
Você não pode escapar desses sonhos cinzentos,
Embora com a aurora eu desapareça,
Quando o crepúsculo chega, os lobos caçam a presa,
E quando o sol se põe eu acordo,
O Sofrimento durará até você quebrar,
Liberação da malícia, as manchas mais escuras...

Venha e seja meu sonho,
Apenas uma silhueta de esperança eu vejo,
Na cama de espinhos meu corpo jaz,
Aguardando o sono eterno,
A dor que nós dois compartilhamos,
Significou tudo para mim, eu juro,
Agora sem prazer no mundo real,
Eu mergulharei em sonhos, bem ali...

O criador de todas as cicatrizes nas mentes sou eu,
O Satanás do mundo real, escondido em cada homem,
Os espelhos têm dois rostos com os sinais de veludo da dor,
Histórias que podem esconder, não são contos de fadas...

Que eu nunca feche os olhos, pois a dor a liberação de memórias há muito esquecidas
Me traz...
Os Demônios dormem em ti...