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Marcha das Bolinhas

Eugenia León

Marcha de Las Canicas

Desde el desván
Rodando van bajando las canicas,
Brincando escalón por escalón
Sin ton ni son,
Saltando libres y locas.

Allá se van
Sin nadie que pudiera perseguirlas,
Huyendo por el gusto de correr
Y de jugar
Con sus rebotes de cristal.

Por la escalera tutiplén
Van las canicas en tropel.
10, y 20, y 30 y 40 y más de cien.

Al escapar
Se fueron cuesta abajo las canicas,
Formando un torrente de bolitas
Saltarinas
En alegre libertad.

Desde el desván
Rodando van bajando las canicas,
Brincando escalón por escalón
Sin ton ni son,
Saltando libres y locas.

Allá se van
Sin nadie que pudiera perseguirlas,
Huyendo por el gusto de correr
Y de jugar
Con sus rebotes de cristal.

Marcha das Bolinhas

Do sótão
As bolinhas vão rolando e descendo,
Brincando degrau por degrau
Sem rumo algum,
Saltando livres e doidas.

Lá se vão
Sem ninguém que possa persegui-las,
Fugindo só pela diversão de correr
E de brincar
Com seus pulos de cristal.

Pela escada em bando
Vão as bolinhas em tropel.
10, e 20, e 30 e 40 e mais de cem.

Ao escapar
Desceram ladeira abaixo as bolinhas,
Formando um torrente de bolinhas
Saltarinas
Em alegre liberdade.

Do sótão
As bolinhas vão rolando e descendo,
Brincando degrau por degrau
Sem rumo algum,
Saltando livres e doidas.

Lá se vão
Sem ninguém que possa persegui-las,
Fugindo só pela diversão de correr
E de brincar
Com seus pulos de cristal.

Composição: Francisco Gabilondo Soler