Pine Oil Heaven
Sometimes I remember teardrops falling from the sky
Like silent screams of famished memories
Howling in the night
Sometimes I destroy splendour by my own despair
I stay awake 'til morning breaks
Hopelessly gasping for air
Again I recoil - On and on I roam
With my back against this blood red soil
This is heaven - But I'm not sanctified
Pine Oil Heaven
Sometimes I'm ashamed of myself, of my own dismay
I open my mouth and preach forgiveness but I'm the one to blame
Sometimes I take love for granted, room without a view
My hand gets lost in glowing darkness, reaching out just for you
Again I seek - On and on I roam
The blemished roots of my conceit
This is heaven - But I'm not sanctified
It's my heaven
Pine Oil Heaven
On and on I roam
On and on I seek
Sic transit gloria mundi!
It's ironic
Paraíso do Óleo de Pinho
Às vezes eu me lembro de lágrimas caindo do céu
Como gritos silenciosos de memórias famintas
Uivando na noite
Às vezes eu destruo o esplendor com meu próprio desespero
Fico acordado até o amanhecer
Desesperadamente ofegante por ar
Novamente eu recuo - Vou vagando sem parar
Com as costas contra esse solo vermelho de sangue
Esse é o paraíso - Mas eu não sou santificado
Paraíso do Óleo de Pinho
Às vezes eu tenho vergonha de mim mesmo, da minha própria desgraça
Eu abro a boca e prego o perdão, mas sou eu quem merece a culpa
Às vezes eu não dou valor ao amor, um quarto sem vista
Minha mão se perde na escuridão brilhante, estendendo-se só pra você
Novamente eu busco - Vou vagando sem parar
As raízes manchadas da minha vaidade
Esse é o paraíso - Mas eu não sou santificado
É meu paraíso
Paraíso do Óleo de Pinho
Vou vagando sem parar
Vou buscando sem parar
Sic transit gloria mundi!
É irônico