Grigia Signora
La mia signora veste di grigio...
La mia sposa non parla mai...
Se la guardi....tunon la vedrai...
Se la cerchi...mai la troverai....
Come sabbia...tra le tue dita scivolera...
Tra le tue dita volera...
I volti di amici ormai lontani affollanoi pensieri miei...
Sensazioni provate....fantasmi di un tempo trascorso....
Stordiscono il moi spirito...
La signora e dunque in loro..il passato e la sua dimora...
Questo io cerco...nulla piu...
Dove risiede colei che restando velata dona senso all'esistenza...
Vero mistero e la sua voce....silenzio....
Antico enigma il di lei squardo...
Quando lei chiama...sirena del mondo...ti ammaliera...
Vive nascosta tra le colline vicino a te...
Ma quando ti vuole....stai pur certo...lei ti avra...
Stai pur certo...lei ti avra....
Voci perdute da secoli ormai mi assordano...
Dolci ricordi mi cullano gia....ma io cerco te...
Tempi passati rivivono in me...mille volte ancor...
Lacrime scendono lente ma io....mai mi fermero...
Scende la sera sulle pianure del sole...
Stanco io sono di mille avventure senza di lei....
Oh...vento dell'ovest...portami la brezza del lago...
Dov'ella riposta....tra le antiche mura di marillon....
Mio prode destriero....galoppa veloce verso di lei....
Verso la grigia signora...
Senhora Cinza
A minha senhora veste de cinza...
A minha esposa nunca fala...
Se a olhar... você não a verá...
Se a procurar... nunca a encontrará...
Como areia... entre seus dedos escorregará...
Entre seus dedos voará...
Os rostos de amigos que já se foram povoam meus pensamentos...
Sensações vividas... fantasmas de um tempo passado...
Atordoam meu espírito...
A senhora está, portanto, neles... o passado é sua morada...
Isso é o que busco... nada mais...
Onde reside aquela que, permanecendo velada, dá sentido à existência...
Verdadeiro mistério é sua voz... silêncio...
Antigo enigma é seu olhar...
Quando ela chama... sereia do mundo... você vai se perder...
Vive escondida entre as colinas perto de você...
Mas quando ela quer... pode ter certeza... ela te terá...
Pode ter certeza... ela te terá...
Vozes perdidas há séculos já me ensurdecem...
Doces lembranças já me embalam... mas eu busco você...
Tempos passados revivem em mim... mil vezes mais...
Lágrimas descem lentas, mas eu... nunca vou parar...
Cai a noite sobre as planícies do sol...
Cansado estou de mil aventuras sem ela...
Oh... vento do oeste... traga-me a brisa do lago...
Onde ela repousa... entre as antigas paredes de Marillon...
Meu valente corcel... galope rápido em direção a ela...
Em direção à senhora cinza...