Cara a Cara
No quise historia prohibidas
Ni sueños, ni amor, ni despertar a tu vera
No quise ser el arrullo de un día sin sol
Tú te ríes de mi, compañera
Si te pido el mas triste dolor
Para hacerme un collar cada primavera
¿Y que quieres de mi, compañera?
De un esbozo de vida y color, que no encuentra su alma, en palacios ni tierras
¿Qué te guía hasta mi, bandolera?
Suave manto envuelto al corazón, tal vez sea su andar quien derribe mis puertas
Al sentirte cerca
Me rocío con tu esencia
Para en tu corazón renacer
Como primavera
Origen de mi ventolera
Cuna de mis ganas de morder
Eres la luz de luna resbalando a tientas por mi piel
Cuando en tu silencio me ahogas
Eco de las duda que adormecen cada amaneceré
Estela errante que me arropa
Prenderé en tu voz mi vela, guía de mis pies
Para encontrarte aunque nos velan
Noches de amargura, arañazos del querer, ofrendas llenas de locura
Cara a cara
Eu não queria que a história proibida
Sem sonhos, sem amor, sem despertar o seu vera
Eu não queria ser o arrulho de um dia sem sol
Você ri de mim, acasalar
Se eu perguntar a dor mais triste
Para mim um colar cada primavera
E o que você quer de mim, cara?
Um esboço de vida e cor, você não pode encontrar a sua alma, palácios ou terras
O que você guia para mim, ombro?
cobertor enrolado coração mole, talvez sua caminhada que derrubar os meus portas
Para sentir-se perto
I pulverizar com a sua essência
Pois em seu coração renascer
como a primavera
Origem do meu ventolera
Berço do meu desejo de morder
Você é a luz da lua deslizando tateando para a minha pele
Quando seu silêncio me afogar
Echo dúvida de que entorpece cada amaneceré
Estela me roupas vagando
Eu porei a minha vela em sua voz, guie meus pés
Para encontrar embora assistir
Noites de amargura, arranhões que querem, cheia de ofertas de loucura