No Headstone Unturned
Row upon row of tidy headstones
Molder in silence above maggots and bones
Too long concealed, the rot that's below
A decrepit reality that belongs on show
In neither epitaph nor epithet
Has the truth been spoken yet
Their eternal repose must now be upset
So their worm-eaten faces we'll never forget
Coffin lids unsealed
Wretchednеss revealed
Putridity unconcеaled
Fluids congealed
Wrest from their rest
Slumber now sundered
Deathbeds disheveled
Peace in pieces plundered
No headstone unturned
No grave site undisturbed
Eternal rest perturbed
Their respite undeserved
We haven't learned
So every monument must be overturned
Splatter these sepulchers spurned
No fucking headstone unturned
In fields gone fetid and fallow
Lie these graves
In which the rancid now wallow
Truth buried much too shallow
Now shovel and spade
Smash through to the marrow
Casket doors must crack
Too long, the decay held back
Mausoleum gates gone slack
In a deluge of death
Blood flows black
Wrest from their rest
Slumber now sundered
Deathbeds disheveled
Peace in pieces plundered
No headstone unturned
No grave site undisturbed
Eternal rest perturbed
Their respite undeserved
We haven't learned
So every monument must be overturned
Splatter these sepulchres spurned
Leave no fucking headstone unturned
No headstone unturned
These icons belong shattered and spurned
Respect for the dead is what we must unlearn
Until every monument is battered and burned
Their legacy must never return
So every monument must be overturned
Spatter their sanctity unearned
Leave no fucking headstone unturned
Nenhum Túmulo Ignorado
Fileira após fileira de lápides arrumadas
Apodrecem em silêncio acima de vermes e ossos
Concealado por tempo demais, a podridão que está abaixo
Uma realidade decrépita que deve ser exposta
Nem em epitáfio nem em epíteto
A verdade foi dita ainda
Seu descanso eterno deve agora ser perturbado
Para que seus rostos comido por vermes nunca esqueçamos
Tampas de caixão abertas
Miséria revelada
Putrefação descoberta
Fluidos coagulados
Arrancar do seu descanso
Sonho agora despedaçado
Camas de morte desarrumadas
Paz em pedaços saqueada
Nenhum túmulo ignorado
Nenhum local de sepultamento intocado
Descanso eterno perturbado
Seu alívio não merecido
Não aprendemos ainda
Então todo monumento deve ser derrubado
Espalhar esses sepulcros desprezados
Nenhum caralho de túmulo ignorado
Em campos que se tornaram fétidos e em pousio
Jazem esses túmulos
Nos quais o ranço agora se afunda
Verdade enterrada muito rasa
Agora pá e enxada
Quebram até a medula
Portas de caixão devem rachar
Por tempo demais, a decomposição contida
Portões de mausoléu frouxos
Em um dilúvio de morte
Sangue flui negro
Arrancar do seu descanso
Sonho agora despedaçado
Camas de morte desarrumadas
Paz em pedaços saqueada
Nenhum túmulo ignorado
Nenhum local de sepultamento intocado
Descanso eterno perturbado
Seu alívio não merecido
Não aprendemos ainda
Então todo monumento deve ser derrubado
Espalhar esses sepulcros desprezados
Deixar nenhum caralho de túmulo ignorado
Nenhum túmulo ignorado
Esses ícones pertencem a serem quebrados e desprezados
Respeito pelos mortos é o que devemos desaprender
Até que todo monumento seja espancado e queimado
Seu legado nunca deve retornar
Então todo monumento deve ser derrubado
Espalhar sua santidade não merecida
Deixar nenhum caralho de túmulo ignorado