The Iron Graveyard
Mourning columns of twisted steel
Shattered windows where blood congeals
White knuckles still grip the wheel
Tragic trophies I collect with zeal
No one walks in reverence
Malodorous decay offers offense
Tangled in the metal hull, your corpse ferments
Patrolling the roads with pleasure and pride
My job: Seeking wreckage and people who've died
Vehicular slaughter that none can abide
Towed to my yard and sanctified
Rusting monuments to recklessness
Bucket seats stained by septic mess
Ichor and oil mix to opalesce
Your demise, I repossess
Engine blocks splattered with brains
Guts on axles, a twisted skein
Vinyl interiors festooned with, your remains
Patrolling the roads with pleasure and pride
My job: Seeking wreckage and people who've died
Vehicular slaughter that none can abide
Towed to my yard and sanctified
Wrecked! Smashed!
No one leaves the Iron Graveyard
Crushed! Crashed!
No one grieves the Iron Graveyard
Burnt! Torched!
No one tends the Iron Graveyard
Charred! Scorched!
Your dead end the Iron Graveyard
Charbroiled skin flakes onto the seats
Vitreous bodies boiled from the heat
Femurs shattered by metallic chunks
Flesh drips in deliquescent hunks
A mausoleum of steel and bone
Death stacked high upon the loam
A four-wheel coffin funeral home
My automotive catacomb
Flesh embalmed by gasoline
Chrome imbued with putrescine
A gleaming show finish that's so, cadaverine
Patrolling the roads with pleasure and pride
My job: Seeking wreckage and people who've died
Vehicular slaughter that none can abide
Towed to my yard and sanctified
Wrecked! Smashed!
No one leaves the Iron Graveyard
Crushed! Crashed!
No one grieves the Iron Graveyard
Burnt! Torched!
No one tends the Iron Graveyard
Charred! Scorched!
Your dead end the Iron Graveyard
O Cemitério de Ferro
Colunas de luto de aço retorcido
Janelas estilhaçadas onde o sangue coagula
Nós dos dedos brancos ainda agarram o volante
Troféus trágicos que coleciono com zelo
Ninguém caminha em reverência
A putrefação fétida é uma ofensa
Emaranhado no casco de metal, teu cadáver fermenta
Patrulhando as estradas com prazer e orgulho
Meu trabalho: Procurar destroços e pessoas que morreram
Carnificina veicular que ninguém suporta
Rebocado para o meu pátio e santificado
Monumentos enferrujados à imprudência
Bancos concha manchados por uma sujeira séptica
Icor e óleo se misturam até opalescer
Tua morte, eu retomo a posse
Blocos de motor salpicados de miolos
Tripas nos eixos, uma meada retorcida
Interiores de vinil enfeitados com, teus restos
Patrulhando as estradas com prazer e orgulho
Meu trabalho: Procurar destroços e pessoas que morreram
Carnificina veicular que ninguém suporta
Rebocado para o meu pátio e santificado
Destroçado! Esmagado!
Ninguém sai do Cemitério de Ferro
Amassado! Colidido!
Ninguém lamenta o Cemitério de Ferro
Queimado! Tostado!
Ninguém cuida do Cemitério de Ferro
Carbonizado! Chamuscado!
Teu beco sem saída, o Cemitério de Ferro
Flocos de pele grelhada caem sobre os bancos
Corpos vítreos fervidos pelo calor
Fêmures estilhaçados por pedaços metálicos
A carne goteja em pedaços deliquescentes
Um mausoléu de aço e osso
A morte empilhada sobre a terra
Uma funerária-caixão de quatro rodas
Minha catacumba automotiva
Carne embalsamada por gasolina
Cromo imbuído com putrescina
Um acabamento reluzente que é tão, cadaverina
Patrulhando as estradas com prazer e orgulho
Meu trabalho: Procurar destroços e pessoas que morreram
Carnificina veicular que ninguém suporta
Rebocado para o meu pátio e santificado
Destroçado! Esmagado!
Ninguém sai do Cemitério de Ferro
Amassado! Colidido!
Ninguém lamenta o Cemitério de Ferro
Queimado! Tostado!
Ninguém cuida do Cemitério de Ferro
Carbonizado! Chamuscado!
Teu beco sem saída, o Cemitério de Ferro