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Exordium Mors

Exordium Mors

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Exordium Mors

Exordium Mors (Pagan Ritual and Sacrifice to Roman Gods)

Exordium Mors….

Bringing a fresh, naked virgin to the altar
To sacrifice to their elder god
Their incestuous emperor of perversion
Caligula, saviour of the defiled
Ordering his warriors first to rape
Until her blood runs cold
In this temple that was once holy
Sacrilege is now its whole

Prey on sexual deviances
Pray to sexual predators
Idolatry made of flesh
To sin is to bless

Caligula, no longer just a mortal
Made into the immortal god of depravity
Commands this royal defilement in heretic god's temple
In a pagan ritual of virgin sacrifice to appease his insanity….

Spilling her sacrificial blood all over the place
In the presence of her lord and master
Bound and fettered, the incense in the air thick and heavy
Struggling and fighting to no avail, what a disaster
There's no blood quite as dark than a Virgin's blood
As he too takes part in this soiled ritual
And rapes her with glee and without mercy
Swearing to her that her sacrifice is beneficial

Sodomizing
In front of Jupiter
Virginity
Is no longer
Brutality
Is given a whole new form
Raping
Until she is no more

Defiling and destroying
All the old pagan laws
A new Roman god has come forth
And will consecrate Exordium Mors

Exordium Mors…

After he was done with her, left with nothing but cum
He ordered his soldiers with one last wish
His madness summoned this abominable fun
To slit her open from her clit and upwards
Ravishing her pure virgin body, one last time
Pleased with this sacrifice he ordered her burnt
Even though she was still breathing, clearly alive
This was their tyrannical king, Caligula, god of depravity

Defiling and destroying
All the old pagan laws
A new Roman god has come forth
And will consecrate Exordium Mors

Lust and pain are nothing but a game
To their god, master and emperor
Under his reign, many shall suffer
There is no remorse, for he is Caligula
Commander of Exordium Mors

Pulsating and bleeding, many more have suffered
Exordium Mors
No mercy or remorse given, more sacrifices are offered
Exordium Mors

Exordium
Exordium
Exordium
Mors

Solo

Exordium
Exordium
Exordium
Mors

Sacrificing
More and more victims
Reigning
On slaughter and bloodshed
Brutality
Is given a whole new form
Ruling
Forever more

Prey on sexual deviances
Pray to sexual predators
Idolatry made of flesh
To sin is to bless

Caligula, no longer just a mortal
Made into the immortal god of depravity
He never stops feasting on torture, cruelty and bloodshed
In sacrilegious rites made immortal through suffering and death

Made infamous through butchery and brutality
His monstrous acts of defilement will be known for centuries
Abhorrent but powerful no one dared to defy him
And so more sacrifices were made to his Imperial Majesty
Darkness engulfed ancient Rome, as madness commanded more
And a drunken and sacrilegious orgy took place in the temple of the Gods
A malicious act of defilement against the old pagan ways
And with blood, suffering and death the Romans paid

(Pause)

Ruling Ancient Rome with an iron divinity
Reigning on bloodshed, death and cruelty
Barbarism unleashed without mercy
Exordium Mors
Persecution given to those who don't give votive offerings
Sacrifices must be made with full acrimony
Paganism given in extreme quantities
Exordium Mors (x2)

Solo

Exordium Mors

Exordium Mors

Exordium Mors

Exordium Mors

Exórdio da Morte

Exórdio da Morte….

Trazendo uma virgem nua e fresca ao altar
Para sacrificar ao seu deus mais velho
Seu imperador incestuoso de perversão
Calígula, salvador dos profanados
Ordenando a seus guerreiros primeiro que a estuprassem
Até que seu sangue congele
Neste templo que já foi sagrado
O sacrilégio agora é seu todo

Caçando desvios sexuais
Orando para predadores sexuais
Idolatria feita de carne
Pecar é abençoar

Calígula, não mais apenas um mortal
Transformado no deus imortal da depravação
Comanda essa profanação real no templo do deus herege
Em um ritual pagão de sacrifício de virgem para apaziguar sua insanidade….

Derramando seu sangue sacrificial por toda parte
Na presença de seu senhor e mestre
Amarrada e acorrentada, o incenso no ar denso e pesado
Lutando e se debatendo em vão, que desastre
Não há sangue tão escuro quanto o de uma virgem
Enquanto ele também participa desse ritual sujo
E a estuprando com alegria e sem misericórdia
Jura a ela que seu sacrifício é benéfico

Sodomizando
Na frente de Júpiter
A virgindade
Não é mais
Brutalidade
Recebe uma nova forma
Estuprando
Até que ela não seja mais

Profanando e destruindo
Todas as antigas leis pagãs
Um novo deus romano surgiu
E consagrará o Exórdio da Morte

Exórdio da Morte…

Depois que ele terminou com ela, ficou com nada além de sêmen
Ele ordenou a seus soldados com um último desejo
Sua loucura convocou essa diversão abominável
Para abrir seu corpo da clitóris para cima
Destruindo seu corpo puro de virgem, uma última vez
Satisfeito com esse sacrifício, ele ordenou que a queimassem
Mesmo que ela ainda estivesse respirando, claramente viva
Esse era seu rei tirano, Calígula, deus da depravação

Profanando e destruindo
Todas as antigas leis pagãs
Um novo deus romano surgiu
E consagrará o Exórdio da Morte

Luxúria e dor não são nada além de um jogo
Para seu deus, mestre e imperador
Sob seu domínio, muitos sofrerão
Não há remorso, pois ele é Calígula
Comandante do Exórdio da Morte

Pulsando e sangrando, muitos mais sofreram
Exórdio da Morte
Sem misericórdia ou remorso, mais sacrifícios são oferecidos
Exórdio da Morte

Exórdio
Exórdio
Exórdio
Morte

Solo

Exórdio
Exórdio
Exórdio
Morte

Sacrificando
Mais e mais vítimas
Reinando
Sobre massacre e derramamento de sangue
Brutalidade
Recebe uma nova forma
Governando
Para sempre mais

Caçando desvios sexuais
Orando para predadores sexuais
Idolatria feita de carne
Pecar é abençoar

Calígula, não mais apenas um mortal
Transformado no deus imortal da depravação
Ele nunca para de se fartar de tortura, crueldade e derramamento de sangue
Em rituais sacrílegos feitos imortais através do sofrimento e da morte

Famoso por sua carnificina e brutalidade
Seus atos monstruosos de profanação serão conhecidos por séculos
Abominável, mas poderoso, ninguém ousou desafiá-lo
E assim mais sacrifícios foram feitos a sua Majestade Imperial
A escuridão engoliu a Roma antiga, enquanto a loucura exigia mais
E uma orgia embriagada e sacrílega ocorreu no templo dos deuses
Um ato malicioso de profanação contra os antigos costumes pagãos
E com sangue, sofrimento e morte, os romanos pagaram

(Pausa)

Governando a Roma Antiga com uma divindade de ferro
Reinando sobre derramamento de sangue, morte e crueldade
Barbárie liberada sem misericórdia
Exórdio da Morte
Perseguição dada àqueles que não fazem oferendas votivas
Sacrifícios devem ser feitos com total acrimônia
Paganismo dado em quantidades extremas
Exórdio da Morte (x2)

Solo

Exórdio da Morte

Exórdio da Morte

Exórdio da Morte

Exórdio da Morte




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