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Doce introdução ao caos

Extremoduro

Dulce introducción al caos

¿Cómo quieres que escriba una canción?
Si, a tu lado, no hay reivindicación
La canción de que el tiempo no pasara
Donde nunca pasa nada

Una racha de viento nos visitó
Y al árbol, ni una rama se le agitó
La canción de que el viento se parara
Donde nunca pasa nada

Un otoño, el demonio se presentó
Fue cuando el arbolito se deshojó
La canción de que el tiempo se atrasara
Donde nunca pasó nada

Una racha de viento nos visitó
Pero nuestra veleta ni se inmutó
La canción de que el viento se parara
Donde nunca pasa nada

Mientras tanto, pasan las horas
Sueño que despierto a su vera
Me pregunto si estará sola
Y ardo dentro de una hoguera

¿Cómo quieres que escriba una canción?
Si, a tu lado, he perdido la ambición
La canción de que el tiempo no pasara
Donde nunca pasa nada

Se rompió la cadena que ataba el reloj a las horas
Se paró el aguacero, ahora, somos, flotando, dos gotas
Agarrado, un momento, a la cola del viento, me siento mejor
Me olvidé de poner, en el suelo, los pies y me siento mejor

¡Volar!
¡Volar!

Una racha de viento nos visitó
Y a nosotros ni el pelo se nos movió
La canción de que el viento se parara
Donde nunca pasa nada

Ya no queda una piedra en pie
Porque el viento lo derribó
No, no hay esa canción

Ya no queda nada de ayer
Porque el viento se lo llevó
No, no hay esa canción

Ya no queda una piedra en pie
Porque el viento lo derribó
No, no hay esa canción

Ya no queda nada de ayer
Porque el viento se lo llevó
No, no hay esa canción

¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!

¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!

¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!

¡No! ¡No! ¡No! ¡No!
¡No! ¡No! ¡No! ¡No!

Doce introdução ao caos

Como você quer que eu escreva uma música?
Se, ao seu lado, não existe reivindicação nenhuma
A música em que o tempo não passaria
Onde nunca acontece nada

Uma rajada de vento nos visitou
E na árvore, nem um galho se mexeu
A música em que o vento pararia
Onde nunca acontece nada

Num outono, o demônio apareceu
Foi quando a arvorezinha perdeu as folhas
A música em que o tempo atrasaria
Onde nunca aconteceu nada

Uma rajada de vento nos visitou
Mas nosso cata-vento nem se mexeu
A música em que o vento pararia
Onde nunca acontece nada

Enquanto isso, as horas passam
Eu sonho que acordo ao lado dela
Me pergunto se ela está sozinha
E queimo numa fogueira

Como você quer que eu escreva uma música?
Se, ao seu lado, eu perdi a ambição
A música em que o tempo não passaria
Onde nunca acontece nada

A corrente que prendia o relógio às horas se quebrou
O aguaceiro parou, agora, somos duas gotas flutuando
Segurado, por um instante, na cauda do vento, eu me sinto melhor
Esqueci de colocar os pés no chão e me sinto melhor

Voar!
Voar!

Uma rajada de vento nos visitou
E nem nosso cabelo se mexeu
A música em que o vento pararia
Onde nunca acontece nada

Não restará pedra sobre pedra
Porque o vento derrubou tudo
Não, essa música não existe

Não resta nada do passado
Porque o vento levou embora
Não, essa música não existe

Não restará pedra sobre pedra
Porque o vento derrubou tudo
Não, essa música não existe

Não resta nada do passado
Porque o vento levou embora
Não, essa música não existe

Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!

Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!

Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!

Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!

Composição: Iñaki Antón / Robe