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Ese Qué Sé Yo

Ezequiel Borra

Letra

Esse Não Sei O Que

Ese Qué Sé Yo

Ruas do sem sentido abrem caminho entre borboletasCalles del sin sentido se abren camino entre mariposas
Ruazinha brotada de mil lembranças negras e rosasCallecita brotada de mil recuerdos negros y rosas
Ruas cobertas de mato como sussurro da memóriaCalles tapando yuyos como el murmullo de la memoria
Ruas tão recorrentes que se aninham sobre sua históriaCalles tan recurrentes que se acurrucan sobre su historia

Ruas de mil buzinas, carrocerias e alto-falantesCalles de mil bocinas, carrocerías y altoparlantes
Ruas do que anseio, do que foi e do que sonhasteCalles de lo que ansío, de lo que fue y de lo que soñaste
Ruas como testemunhas de suas promessas no espelhoCalles como testigos de tus promesas en el espejo
Ruas dos suspiros, propagandas e reflexosCalles de los suspiros, las propagandas y los reflejos

Ruas com as calçadas todas quebradas pelas raízesCalles con las baldosas todas quebradas por las raíces
Ruas das formigas, passarinhos e minhocasCalles de las hormigas, los pajaritos y las lombrices
Ruas que eu caminhava quando era criança o que agora é mais velhoCalles que caminaba cuando era chico el que ahora es más grande
Ruas onde flutuava sem pressa agora que é tão tardeCalles donde flotaba sin apurarme ahora que es tan tarde

Ruas com horários de pico, com nomes próprios e policiaisCalles con horas pico, con nombres propios y policías
Ruas onde a realidade se choca com a fantasiaCalles donde se choca la realidad con la fantasía
Ruas com o cansaço do sem sentido de uma verdadeCalles con el hastío del sin sentido de una verdad
Ruas onde se choca a fantasia e a realidadeCalles donde se choca la fantasía y la realidad

Esse não sei o queEse qué sé yo

Vales da consciência onde se perde o que se agarraValles de la conciencia donde se pierde lo que se aferra
Ateliês dos vestidos onde a morte já fez reservasTalles de los vestidos donde la muerte ya hizo reservas
Ratos entre os fios dos postes e nas cornijasRatas entre los cables de los faroles y en las cornisas
Luas que atordoam pontes, comem flores com seus espinhosLunas que aturden puentes, se comen flores con sus espinas

Semáforos travados em amarela indecisãoSemáforos trabados en amarilla indecisión
Bicicletas presas com as correntes da razãoBicicletas atadas con las cadenas de la razón
Gatos, cachorros, tartarugas, canários, todos na prisãoGatos, perros, tortugas, canarios, todos en la prisión
Correndo por corredores entre paredes sem coraçãoCorriendo por palieres entre paredes sin corazón

Fotos dos censores que não te deixam velocidadeFotos de los censores que no te dejan velocidad
Poças no asfalto que você se aproxima e não são verdadeCharcos del pavimento que te acercás y no son verdad
Ladrões, policiais, ministros, todos trabalham com devoçãoChorros, pacos, ministros, trabajan todos con devoción
Para manter o turismo cheio de diversãoPara que se mantenga el turismo pleno de diversión

E toda a gente joga seu papel pela janelaY toda la gente tira su papelón por la ventanilla
Nada importa a ninguém até que a boca de lobo entupaNada le importa a nadie hasta que se tapa la alcantarilla
Trepadeiras sobem para escapar da cidadeEnredaderas trepan para escaparse de la ciudad
Estrangulando troncos onde a seiva pede piedadeAcogotando troncos donde la savia pide piedad

Esse não sei o queEse qué sé yo

E continuam montando monstros, trocando o céu pelo cimentoY siguen armando monstruos, cambiando el cielo por el cemento
Todos hipnotizados com a ilusão do último momentoTodos hipnotizados con la ilusión de último momento
Dançando por um salário, comprando jornais para se cobrirBailando por un sueldo, comprando diarios para taparse
Indo para o trabalho de trem rezando para não descarrilarYendo al laburo en tren rezando para no descarrilarse

E enquanto isso passa o glamour escorrendo pela calçadaY mientras tanto pasa el glamour chorreante por la vereda
Marcando a tendência como um cavalo com viseirasMarcando la tendencia como un caballo con anteojeras
E em cada talo corre a vida com a mesma pressaY en cada tallo corre la vida con la misma premura
Sangue verde que vai iluminando todas as nervurasSangre verde que va iluminando todas las nervaduras

E assim bombeia a alma que sem o corpo seria um fantasmaY así bombea el alma que sin el cuerpo sería un fantasma
Mas o corpo sem alma é como um cadáver pedindo calmaPero el cuerpo sin alma es como un cadáver pidiendo calma


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