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Chacarera e Resistência

Fabiano Bacchieri

Chacarera y Resistência

El gaucho ya se marchó
Me dijo alguien un día
Y yo contesté cantando
(¡No!) no se ha marchado todavía

El tiempo ya lo borró
Lo mató a sangre fría
¿Cómo? Si los vi ayer
Domando sobre la linha

El gaucho ya no existe
Me dijo con picardía
¿Cómo? Si los vi cantando
En mostrador de pulpería

Se murió cuando en la tarde
El Sol de ocaso moría
¡Mentira! Los vi de noche
Rumbeando a Jesús María

Quem diz que el gaucho é passado
E não tem mais porvenir
Não vê as marcas dos rodados
Nos saibros do Batovi
Nem ouve o gado molhado
Bandeando o Upamaroty

Quem sentencia el criollo
Golpeia minha poesia
Me deixa a guitarra trunca
Põe cercas na lejanía
más não sabe que el terruño
Se renova com a sangria

El gaucho vá dentro de uno
Y es toda la geografía
Pelos caminhos de tropa
Pelas picadas sombrias
Por las estancias del
Por donde el hombre camina

Chacarera e Resistência

O gaúcho já saiu
Alguém me disse um dia
E eu respondi cantando
(Não!) Ele ainda não foi embora

O tempo já o apagou
Ele o matou a sangue frio
Como Sim, eu os vi ontem
Domando na linha

O gaúcho não existe mais
Ele me disse maliciosamente
Como Se eu os visse cantando
No balcão do supermercado

Ele morreu quando à tarde
O sol do por do sol estava morrendo
Mentira! Eu os vi de noite
Rumbling Jesus Maria

Ele disse que o gaúcho tinha passado
E não tem mais porvenir
Não vejo duas marcas roladas
Nós sabemos sobre Batovi
Nem ouve ou gado molhado
Bandeando ou Upamaroty

Quem a frase crioula
Coup minha poesia
Eu deixa um violão truncado
Põe cercas à distância
Não se sabe mais que o terroir
É renovado com sangria

O gaúcho vai dentro de um
E é toda a geografia
Tropa andando cabelos
Cascas picadas escuras
Para os quartos do
Onde o homem anda