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Negro Darwin (Tonada)

Fabiano Navarro

Letra

Black Darwin (Melodia)

Negro Darwin (Tonada)

No alto de um salgueiroEn lo alto de un sauce
Frente à cordilheira andinaFrente al macizo andino
Aninhado no chopoAnidado en chopo
Meu coração deixeiMi corazón dejé
Um amigo cuida deleMe lo cuida un amigo
Um amigo de sempreUn amigo de siempre
Que zela e mimaQue lo cela y lo mima
Como se fosse seuComo si fuera de él

O resguarda do frioLo resguarda del frío
Que vem da distânciaQue tiene la distancia
Se chove, o abrigaSi llueve, lo cobija
Com sua infância doceCon su tierna niñez
Quando penso no meu amigoCuando pienso en mi amigo
Me dá vontade de voltarSe me da por volver

Às vezes ele acende fogoA veces prende fuego
Na roda de amigosEn la rueda de amigos
Lembrando algum versoRecordando algún verso
Que um dia canteiQue alguna vez canté
E me deixa pulsandoY me deja latiendo
No peito de todosEn el pecho de todos
É como se ele me trouxesseEs como me vuelve
Sem eu ter que voltarSin tener que volver

Minha mãe me contouMi madre me ha contado
Que às vezes esse amigoQue a veces este amigo
Desce do ninho do chopoBaja del nido del chopo
E vai em casa pra tomar mateY va a casa a matear
Que esse amigo contaQue este amigo le cuenta
Alguma história minhaAlguna historia mía
E se junta à mesaY se suma a la mesa
Onde era meu lugarDonde era mi lugar

E que ela senteY que ella lo siente
Como se eu estivesseComo si yo estuviera
Porque o negro em casaPorque el negro en la casa
É um irmão a maisEs un hermano más
Quando penso no DarwinCuando pienso en el Darwin
Me dá vontade de chorarSe me da por llorar

Às vezes ando tristeA veces ando triste
E ligo pra esse amigoY lo llamo a este amigo
Pra contar aquelas coisasPara contarle esas cosas
Que só a ele posso contarQue a él le puedo contar
E ele me dá um conselhoY él me arrima un compadre
Vai em frente, meu chapaPóngale pa' delante
E lembre-se que em casaY acuérdese que en casa
Sempre tem um lugarSiempre tiene un lugar

E aí entendoY ahí comprendo
Quão grande é meu irmãoQué grande que es mi hermano
Apesar de seu jeitoA pesar de su extraño
Me anima a continuarMe anima a continuar

Quando penso no meu amigoCuando pienso en mi amigo
Me imagino um domingoMe imagino un domingo
Na mesa do seu pátioEn su mesa del patio
Com seu jeito familiarCon su hacer familiar
Colocando brasaArrimándole brasa
No churrasco, no linguiçaAl asado, al chorizo
Ou abrindo um vinhoO descorchando un vino
De paladar secoDe seco paladar

Desses que despertamDe esos que te despiertan
Os duendes do umbigoLos duendes del ombligo
E a bela nostalgiaY la bella nostalgia
Das coisas de láDe las cosas de allá
Quando penso no meu amigoCuando pienso en mi amigo
Me dá vontade de chorarSe me da por llorar

Chamam-no de El Negro DarwinLe dicen El Negro Darwin
Todos os seus conhecidosTodos sus conocidos
E quando falam de amigosY cuando hablan de amigos
É que vão mencioná-loEs que lo van a nombrar
É que o Negro transbordaEs que el Negro trasunta
O que tem por dentroRebosa el contenido
É como um vinho envelhecidoEs como un vino añejo
Que se vai degustarQue se va a degustar

É como um grão de uvaEs como un grano de uva
Cristalino por dentroCristalino por dentro
Que embora negro por foraQue aunque negro el pellejo
É doce ao paladarEs dulce al paladar
Quando penso no meu amigoCuando pienso en mi amigo
Me dá vontade de chorarSe me da por llorar

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