To Althea From Prison
When love, with unconfined wings, hovers within my gates
And my ?divine now fear? brings to whisper at my grates
When I lie tangled in her hair and fettered with her eye
Birds that wanton in the air know no such liberty
When flowing cups run swiftly round with no allaying ?tense?
Our careless heads with roses crowned, our hearts with royal flames
When first decreeth in wine we steep when healths and rafts run free
Fishes that tipple in the deep know no such liberty
Stone walls do not a prison make not iron bars a gate
Minds innocent and quiet take that as a hermitage
If I have freedom in my love and in my soul am free
Angels alone that soar above enjoy such liberty
Para Althea da Prisão
Quando o amor, com asas sem limites, paira dentro dos meus portões
E meu ?divino agora medo? vem sussurrar nas minhas grades
Quando me deito enredado em seu cabelo e preso com seu olhar
Pássaros que brincam no ar não conhecem tal liberdade
Quando os copos fluem rapidamente sem ?tensão? aplacada
Nossas cabeças descuidadas coroadas de rosas, nossos corações com chamas reais
Quando a primeira decretação no vinho nos embriaga, quando brindes e jangadas vão à deriva
Peixes que se embriagam nas profundezas não conhecem tal liberdade
Paredes de pedra não fazem uma prisão, nem barras de ferro um portão
Mentes inocentes e tranquilas consideram isso um eremitério
Se eu tenho liberdade em meu amor e em minha alma sou livre
Somente os anjos que voam acima desfrutam de tal liberdade