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Cernunnos

Faith And The Muse

Cernunnos

Beneath the sediment of aeons
In ancient repose
My trust lay eroded by age
The old glory faded
And past times forgotten
My reign given way to my rage

Harmonious the centuries
The land and I were one
My soil, my water, my air
Bringer of light
And master of night
In balance, the earth in my care

But with the passing of days
A new wind came blowing
With whispers of change on its wing
This tide of corruption
Laid siege to my world
Usurping the throne of a king

Your new gods, your new ways
All seek to dispel me
With doctrines of fear built on lies
The hidden one, no longer
I claim my dominion
To the sun of your age, I arise

Of your anger
Your ignorance
Your blindness
Your greed
Your progress
Your conquest
Your mania
Your need
Your sorrow
Your sickness
Your final, parting breath
Your hatred
Your bloodshed
Your future
Your death

I will have none
I will have none
I will have none
I will have none

I, dread lord of shadows
With broken spell
Unto this rotting age
I bid farewell

Blessed be

Cernunnos

Sob o sedimento de eras
Em antigo repouso
Minha confiança se desgastou com o tempo
A velha glória se apagou
E tempos passados esquecidos
Meu reinado deu lugar à minha fúria

Harmoniosos os séculos
A terra e eu éramos um
Meu solo, minha água, meu ar
Portador de luz
E mestre da noite
Em equilíbrio, a terra sob meu cuidado

Mas com a passagem dos dias
Um novo vento começou a soprar
Com sussurros de mudança em suas asas
Essa maré de corrupção
Cercou meu mundo
Usurpando o trono de um rei

Seus novos deuses, seus novos caminhos
Todos buscam me afastar
Com doutrinas de medo construídas em mentiras
O oculto, não mais
Reclamo meu domínio
Ao sol da sua era, eu me levanto

Da sua raiva
Sua ignorância
Sua cegueira
Sua ganância
Seu progresso
Sua conquista
Sua mania
Sua necessidade
Sua tristeza
Sua doença
Seu último suspiro de despedida
Seu ódio
Seu derramamento de sangue
Seu futuro
Sua morte

Não quero nada
Não quero nada
Não quero nada
Não quero nada

Eu, temido senhor das sombras
Com feitiço quebrado
A esta era podre
Eu me despeço

Bendito seja