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Asas do Meu Desejo Indomado

Fall Of The Leafe

Wings Of My Desire Untamed

In despair I behold! Now I condemn my fate
From the mist of a melancholy space
I stretch forth with my carnal claws
Never to return, never to repent, never to bewail again!

Guarded by the luster of the fears
Shuddering with cold, woven with tears
I draw near to mark the stars with her name
I extend the wings of my desire untamed

How do I lust to see her hazel eyes again
As deep as the oceans of infinity
How do I crave for her touch in consuming pain
As I bleed the drops of my avidity

For her I would walk unto the halls of Mars
And for her I would rot in the caverns of Thanatos
Beneath my Mother Earth, with my Brother the Astral sorrow
I would die forever alone, decayed and old

Veiled in robes of the Everfall
Shrouded in foam of the shallow waves
In silence she departs into wanton realms
And leaves my heart self-betrayed

To no avail do my cries echo
Betrayed by the lust of centuries
To no avail do my lays allude
Shivering I glide into...

She, like a white dove escapes from my grasp
Yet with the swift wings of my desire she falls prey
With bloody kisses of fervent disease she dies with me
I enthrone her in mine crystal realm of cold

Guarded by the phantoms of fear
Shuddering in cold, woven with tears
I draw near to capture her frail frame
I extend the wings of my desire untamed

Blood doth flow as our carnal desires unite
In the non-illumination of benighted existence
Alike the profane want within our depraved hearts
Pulsating vile fire, crimson in thirst

Asas do Meu Desejo Indomado

Na desgraça eu contemplo! Agora eu condeno meu destino
Da névoa de um espaço melancólico
Estendo minhas garras carnais
Nunca voltar, nunca me arrepender, nunca lamentar de novo!

Guardado pelo brilho dos medos
Tremendo de frio, entrelaçado com lágrimas
Aproximo-me para marcar as estrelas com seu nome
Estendo as asas do meu desejo indomado

Como eu anseio ver novamente seus olhos avelã
Tão profundos quanto os oceanos da infinidade
Como eu desejo seu toque em dor consumidora
Enquanto sangro as gotas da minha avareza

Por ela eu caminharia até os salões de Marte
E por ela eu apodreceria nas cavernas de Thanatos
Debaixo da Mãe Terra, com meu Irmão a Tristeza Astral
Eu morreria para sempre sozinho, apodrecido e velho

Velado em robes da Queda Eterna
Envolto na espuma das ondas rasas
Em silêncio ela parte para reinos libertinos
E deixa meu coração traído por si mesmo

De nada valem meus gritos ecoando
Traído pela luxúria dos séculos
De nada valem minhas canções aludindo
Tremendo eu deslizo para...

Ela, como uma pomba branca, escapa do meu alcance
Mas com as rápidas asas do meu desejo, ela se torna presa
Com beijos sangrentos de uma doença fervorosa, ela morre comigo
Eu a entronizo em meu reino de cristal gelado

Guardado pelos fantasmas do medo
Tremendo de frio, entrelaçado com lágrimas
Aproximo-me para capturar seu frágil corpo
Estendo as asas do meu desejo indomado

Sangue flui enquanto nossos desejos carnais se unem
Na não-iluminação da existência sombria
Assim como a vontade profana dentro de nossos corações depravados
Pulsando fogo vil, carmesim de sede