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Infância

Falsa Dicotomia

Niñez

El niño que fui
De rodillas está en mi
Olvidado en un rincón
Negociando mi existir

Extrañando los raspones de rodilla quee curaba mi papa
Y el olor a la comida en la cocina de mi hogar
El aviso interminable de mi vieja al despertar
Este desayuno es vida para el día bien pasar

El niño que fui
De rodillas está en mi
Olvidado en un rincón
Negociando mi existir

Las mañanas frías, la mochila caminando a mi educar
Donde la doctrina es ciega, sorda muda y popular
Competencia en notas, sin teoría reflexivas de un amor en libertad
Y la historia mal contada en un alambre que límite mi pensar

El niño que fui
De rodillas está en mi
Olvidado en un rincón
Negociando mi existir

La tierra y el Sol
Ya va amenecer
Y esta absurda realidad
De no parar de crecer

Infância

O menino que fui
De joelhos está em mim
Esquecido em um canto
Negociando meu existir

Sentindo falta dos ralados de joelho que meu pai curava
E o cheiro da comida na cozinha da minha casa
O aviso interminável da minha velha ao acordar
Esse café da manhã é vida pra passar o dia bem

O menino que fui
De joelhos está em mim
Esquecido em um canto
Negociando meu existir

As manhãs frias, a mochila a caminho da escola
Onde a doutrina é cega, surda, muda e popular
Competição nas notas, sem teorias reflexivas de um amor em liberdade
E a história mal contada em um fio que limita meu pensar

O menino que fui
De joelhos está em mim
Esquecido em um canto
Negociando meu existir

A terra e o Sol
Já vão amanhecer
E essa realidade absurda
De não parar de crescer

Composição: Martin Mancini