Tradução gerada automaticamente
Monserrate
FAOBA
Monserrate
Monserrate
Eu pulo do sol sem redeSalto desde el Sol sin red
Como um ato de amor, um ato de féComo un acto de amor, un acto de fe
Eu me rendo ao seu afeto brutal sem saberA tu afecto brutal me entrego sin saber
Estou tentado a queimarCaigo en tentación de arder
Na fogueira interna, você o deixa verEn la hoguera interior que le dejas ver
Só quem sabe amar o frio da sua peleSolo a quien sepa amar el frío de tu piel
Me dê uma tarde cinzenta, um estalo que deixa a dor fugir de mimDame una tarde gris, una grieta que deje huir el dolor en mí
Então um céu que arde de felicidadeLuego un cielo que queme de felicidad
Salve uma cor do sul, um intervalo de céu azul, apenas um raio de luzGuarda un color del sur, un rezago de cielo azul, solo un haz de luz
Deixe escorregar nos tetos da janelaQue resbale en los techos hasta el ventanal
Já é noite e Monserrate é um fantasma que não dormeYa es de noche y Monserrate es un fantasma que no duerme
Quem vê tudo, quem não pode falarQue todo lo ve, que no puede hablar
Tudo está silencioso, tudo pareceTodo calla, todo siente
Quase céu, quase um anjo que me devolve à terraCasi el cielo, casi un ángel que a la tierra me devuelve
Para o bom senso da minha solidão, para o vazio que não menteA la sensatez de mi soledad, al vacío que no miente
Meu coração é o tremEs mi corazón el tren
Que ensurdece sua voz, que vai te quebrarQue ensordece tu voz, que te va a romper
Sob o peso de tantos sonhos ao mesmo tempoBajo el peso de tantos sueños a la vez
Me dê um motivo para estarDame una razón de ser
Uma trégua ao medo de nos ver cairUna tregua al temor de vernos caer
Ao instinto de nos prejudicar inadvertidamenteAl instinto de hacernos daño sin querer
Deixe-me vê-lo assim, drenando a dor em você, tão sereno, finalmenteDéjame verte así, escurriendo el dolor en ti, tan serena al fin
Na calma que permanece após o vendavalEn la calma que queda tras el vendaval
Ainda tenho um momento para fugir da multidão, antes da avalancheTengo un instante aún para huir de la multitud, antes del alud
Da névoa que a colina começa a derramarDe la niebla que el cerro empieza a derramar
Já é noite e Monserrate é um fantasma que não dormeYa es de noche y Monserrate es un fantasma que no duerme
Quem vê tudo, quem não pode falarQue todo lo ve, que no puede hablar
Tudo está silencioso, tudo pareceTodo calla, todo siente
Quase céu, quase um anjo que me devolve à terraCasi el cielo, casi un ángel que a la tierra me devuelve
Para o bom senso da minha solidão, para o vazio que não menteA la sensatez de mi soledad, al vacío que no miente
E embora tudo veja, não pode gritarY aunque todo ve no puede gritar
Tão presente e tão ausenteTan presente y tan ausente
Não dói ver que tudo é igual?¿No te duele ver que todo va igual?
Mesmo erro com outras pessoasMismo error con otra gente
Não deixe o amanhecer nos cegarNo dejes que nos ciegue la aurora
Que na sua barriga o amanhecer já despertaQue entre tu vientre la aurora ya se despierta
Oh, acorde, oh!Oh, se despierta, oh!



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