Quietus
From sleeping visions
Daily were torn
In waking hours
Hopes our forlorn.
Is all we do and all we dream
doomed to drown in a hopeless stream?
Wishing life were made of lasting visions
in eternal sleep
And if that rest were filled with sorrow
still we'd sleep.
In the madness of a silent eternity
We'd find solace in
False visions that protect us
from reality.
Enter ivory gates through midnight skies
Daylight dreamers in private parades
Perform before perpetual dawn
As dusk engulfs the gate of horn.
Ivory towers appear beyond the gate
Invisible fortresses of escape
Traversed by ramparts made of hopes and fears
Impervious to reality.
Silêncio
Das visões sonhadas
Diariamente rasgadas
Nas horas acordadas
Esperanças abandonadas.
É tudo que fazemos e tudo que sonhamos
Condenado a afundar em um rio sem esperança?
Desejando que a vida fosse feita de visões duradouras
Em um sono eterno
E se esse descanso fosse cheio de tristeza
Ainda assim, dormiríamos.
Na loucura de uma eternidade silenciosa
Encontraríamos consolo em
Visões falsas que nos protegem
Da realidade.
Entramos por portões de marfim sob céus de meia-noite
Sonhadores diurnos em desfiles privados
Se apresentam diante da aurora perpétua
Enquanto o crepúsculo engole o portão de chifres.
Torres de marfim aparecem além do portão
Fortalezas invisíveis de fuga
Percorridas por muralhas feitas de esperanças e medos
Imunes à realidade.