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Landgang

Fäulnis

Letra

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Landgang

Grauschwerer Betonnebel und nikotingetrübte Stimmungsdepression. Wolkenriesen liegen über der Stadt - zerfurcht und aufgedunsen. Ich laufe durch diese alten Straßen und wie überall riecht es nach Dreck und Pisse. Mein Kopf wieder voller Störgeräusche, als diese Stadt plötzlich aufhört zu atmen. Die Meisten haben die Stadt längst verlassen, nur ihre Leichen laufen hier noch rum. Die hässliche Fresse der Zerfalls lauert in jedem Hauseingang. Eine Fäulnis befällt die Betonwüste und frisst sich fest in ihre Tiefe. Und gezüchtete Seuchen überwuchern auch den letzten Funken Leben. In deinem Stammcafe brennt nur noch ein Teelicht in der letzten Bank und selbst da sitzen schon Fremde und trinken kaltes Erbrochenes aus Porzellangeschirr. Kalt klatscht der Regen auf den Asphalt als die Straßenlaternen schon brennen. Dreckiger Schein in einer dreckigen Zeit in einer gottverdammt dreckigen Welt. Immer mehr beginnt es in meinem Kopf zu dröhnen, alles um mich herum dreht sich. Wie ein Kreisel, nur Scheiße, nur Schrott und ekelhaftes Scheißgefühl. Bilder kommen und gehen, manchmal bleiben sie auch und kotzen mir ins Gehirn. Und jeden Tag geht die Sonne in die falsche Richtung auf und das alte Haus stürzt ein Stück weiter ein.

Lass die Stadt doch verrotten, hier will keiner mehr leben!

Caminho de Terra

Névoa cinza de concreto e depressão de humor turvada por nicotina.
Gigantes de nuvens pairam sobre a cidade - enrugados e inchados.
Caminho por essas ruas antigas e, como em todo lugar, o cheiro é de sujeira e urina.
Minha cabeça cheia de ruídos, enquanto essa cidade de repente para de respirar.
A maioria já deixou a cidade faz tempo, só suas sombras ainda vagam por aqui.
A cara feia da decadência espreita em cada entrada de prédio.
Uma podridão toma conta do deserto de concreto e se entranha em suas profundezas.
E pragas cultivadas cobrem até a última centelha de vida.
No seu café de sempre, só uma vela acesa na última mesa e até lá já tem estranhos bebendo vômito frio em louça de porcelana.
A chuva cai fria sobre o asfalto enquanto os postes de luz já estão acesos.
Brilho sujo em um tempo sujo, em um mundo maldito e imundo.
Cada vez mais começa a zunir na minha cabeça, tudo ao meu redor gira.
Como um pião, só merda, só lixo e uma sensação nojenta.
Imagens vêm e vão, às vezes ficam e vomitam na minha cabeça.
E todo dia o sol nasce na direção errada e a velha casa desaba um pouco mais.

Deixa a cidade apodrecer, aqui ninguém quer mais viver!


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