Majestic Shadows
Majestic shadows move, covering the sky
A sudden shiver in the golden weave of life
All colours fade, and all beauty melts away
As the lush and bloom burn to dusty grey...
Where did it go, the splendour that i used to know
Where do i stand, ash covering my promised land
To whom do i speak, as the voices proclaims my defeat
How can i rise, as i behold my shattered paradise
Draining, choking, drowning
Majestic shadows
Draining, choking, drowning
Majestic shadows
Draining me, choking me, drowning me
Majestic shadows
Draining me, choking me, drowning me
Majestic shadows
I feel so deadly cold, and my limbs feel so tired and old
Like frozen lava time is slow, yet year the slip and go
A dust-covered statue worn, i stand dark and forlorn
Like a monument erected for the hope-neglected
They came so close,
I should have known,
I should have seen
Shadows
Creeping forth they came,
From the corners appeared,
Shattering my dreams
Shadows
I welcomed those dreadful shadows, i opened my door
To let them in....
In my shadow world
Far from the sun
Where the springtime will never come
All is frozen here, (to winter) succumbed
In shadows i reside, in the ruins of my former life
Where laughter died, and was traded for the bitter lies
My minds own treason, i have yet to fully understand
Filled with dark regret, i know i will never ever accept
As i sink beneath the waves, sinking like a stone
I cannot breathe, and life is slipping away,
There i find myself... my peace...
Sombras Majestosas
Sombras majestosas se movem, cobrindo o céu
Um arrepio repentino na trama dourada da vida
Todas as cores desaparecem, e toda beleza derrete
Enquanto a vegetação exuberante queima até um cinza empoeirado...
Onde foi parar, o esplendor que eu costumava conhecer
Onde eu estou, cinzas cobrindo minha terra prometida
A quem eu falo, enquanto as vozes proclamam minha derrota
Como posso me erguer, ao contemplar meu paraíso despedaçado
Drenando, sufocando, afogando
Sombras majestosas
Drenando, sufocando, afogando
Sombras majestosas
Me drenando, me sufocando, me afogando
Sombras majestosas
Me drenando, me sufocando, me afogando
Sombras majestosas
Sinto um frio mortal, e meus membros estão tão cansados e velhos
Como lava congelada, o tempo é lento, mas os anos escorrem e vão
Uma estátua coberta de poeira, desgastada, eu fico escura e desolada
Como um monumento erguido para a esperança negligenciada
Eles se aproximaram tanto,
Eu deveria ter sabido,
Eu deveria ter visto
Sombras
Avançando, eles vieram,
Dos cantos apareceram,
Destruindo meus sonhos
Sombras
Eu acolhi essas sombras terríveis, abri minha porta
Para deixá-las entrar....
No meu mundo de sombras
Longe do sol
Onde a primavera nunca virá
Tudo está congelado aqui, (ao inverno) sucumbido
Nas sombras eu resido, nas ruínas da minha vida anterior
Onde a risada morreu, e foi trocada por mentiras amargas
A traição da minha própria mente, ainda não consegui entender
Preenchido com um arrependimento sombrio, sei que nunca aceitarei
Enquanto afundo sob as ondas, afundando como uma pedra
Não consigo respirar, e a vida está escorregando para longe,
Lá eu me encontro... minha paz...