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Equilíbrio

Felipe Fraga

Letra

    Começar pelo fim
    Em tom de marfim
    E nunca tentar
    Da borda pular
    E ficar por um fio
    Afundando num rio
    E perder a razão
    Ao quebrar o coração

    E a calma perturbada não vai retornar
    Um pouco improvável de encontrar
    Entre a dor e a alegria
    A risada da melancolia
    Um pingo de felicidade
    Pra quem é excluído da sociedade
    O analema do Sol
    A luz de um farol
    Iluminando os barcos que estão atracando

    Bem como a chuva que caiu do céu
    Molhando o chão
    Para que as plantas possam florescer
    Vida que não para de nascer
    Equilíbrio fundamental
    Entre a razão e o medo irracional

    E aquilo que se foi nunca mais vai voltar
    E chorar não vai adiantar
    O som do ré bemol
    Ser fisgado por um anzol
    Enquanto as luzes vão se apagando

    Bem como a água que caiu no chão
    Molhando o solo
    Para que os brotos possam crescer
    Vida que não para de nascer
    Equilíbrio existencial
    Entre a morte e a vida artificial


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