Echoes From Nowhere
Grey clouds pinned to the ceiling
Streetlights blink like dying stars
There’s a kid with a pocket full of silence
Counting scars like playing cards
Skateboard wheels over broken promises
Notes from school torn, left to rot
Her perfume smelled like leaving
Her lips said stay, but her eyes did not
Footsteps fade in the rearview
Laughter dies in empty halls
No hand reached when he was drowning
Only echoes, only walls
And the rain
Whispers his name down the drain
No one stays
When your light feels like a stain
Spinning slow
In this film that never plays
Just a ghost
Where his face once had a name
Ashtrays filled with borrowed mornings
Pills like pearls on motel sheets
Told himself he’s just exploring
Till the map burned beneath his feet
She laughed like it never mattered
Friends dissolved like sugar in rain
Every call went unanswered
Every hi echoed with pain
Tried to stitch the cracks with vices
Built a home from smoke and doubt
But even shadows grew tired of him
And one by one they walked out
And the rain
Whispers his name down the drain
No one stays
When your light feels like a stain
Spinning slow
In this film that never plays
Just a ghost
Where his face once had a name
Can you hear it?
The sound of almost
The silence after goodbye
Where do broken songs go
When no one’s left to cry?
Fading out in soft distortion
Rain eats the street, swallows the sound
If you pass that corner, listen closely
You might still hear him hanging around
Ecos do Nada
Nuvens cinzas presas no teto
Luzes da rua piscam como estrelas morrendo
Tem um garoto com um bolso cheio de silêncio
Contando cicatrizes como se fossem cartas
Rodinhas de skate sobre promessas quebradas
Notas da escola rasgadas, deixadas apodrecer
O perfume dela cheirava a despedida
Os lábios diziam fica, mas os olhos não
Passos se afastam no retrovisor
Risos morrem em corredores vazios
Nenhuma mão se estendeu quando ele estava se afogando
Apenas ecos, apenas paredes
E a chuva
Sussurra seu nome pelo ralo
Ninguém fica
Quando sua luz parece uma mancha
Girando devagar
Neste filme que nunca passa
Apenas um fantasma
Onde seu rosto um dia teve um nome
Cinzeiros cheios de manhãs emprestadas
Pílulas como pérolas em lençóis de motel
Disse a si mesmo que estava apenas explorando
Até o mapa queimar sob seus pés
Ela ria como se nada importasse
Amigos se dissolviam como açúcar na chuva
Cada ligação ficou sem resposta
Cada oi ecoava com dor
Tentou costurar as fissuras com vícios
Construiu um lar de fumaça e dúvida
Mas até as sombras se cansaram dele
E uma a uma elas foram embora
E a chuva
Sussurra seu nome pelo ralo
Ninguém fica
Quando sua luz parece uma mancha
Girando devagar
Neste filme que nunca passa
Apenas um fantasma
Onde seu rosto um dia teve um nome
Você consegue ouvir?
O som do quase
O silêncio após a despedida
Para onde vão as canções quebradas
Quando não há mais ninguém para chorar?
Desvanecendo em suave distorção
A chuva come a rua, engole o som
Se você passar naquela esquina, ouça com atenção
Você ainda pode ouvi-lo por perto
Composição: Felipe Inácio Queiroz