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Jotunheim

Fenrismaw (EUA)

Jotunheim

I know a place outside of this world
Beneath the serpent, beyond the reach of gods
A black tunnel, it’s door facing north
Only the helblind, can see into its darkness
I’ve walked the roads that descend ‘neath roots and black soil
I have fucked the goddess whose labia is decay
But still I long to sink into the chaos
It’s calls for my name

You are utgard… are lawless… are fateless
There are blacker pits than hel’
Visions tear at my dead eyes
Scenes more black and cold than the space ‘tween stars
And though I rot in hel’s embrace
I belong to the mighty hrimthursar

Jotunheim
The corpse-gate stands open
Jotunheim
The gate to oblivion
There lies the void of anticosmos
There wait the destroyers of gods
There dwell the dead
In ironwood they call my name

I’ve crossed black oceans of poison mist and ancient rime
And came to a shore-line black with frozen gore
There the dragon gorges on the writhing dead
And night eternal laps against that shore-line

A forest of iron teeth and frozen black blood stands
In its shadows I hear the screams of gods
I give my soul to be devoured
By the frozen jaws and rabid hunger
Of the mighty hrimthursar

Jotunheim
The corpse-gate stands open
Jotunheim
The gate to oblivion
There lies the void of anticosmos
There wait the destroyers of gods
There dwell the dead
In ironwood they call my name

Jotunheim

Eu conheço um lugar fora deste mundo
Debaixo da serpente, além do alcance dos deuses
Um túnel negro, sua porta voltada para o norte
Só os cegos podem ver sua escuridão
Eu caminhei pelas estradas que descem sob raízes e solo negro
Eu transitei com a deusa cujas partes estão em decomposição
Mas ainda anseio por mergulhar no caos
Ele clama pelo meu nome

Você é utgard... é sem lei... é sem destino
Existem fossos mais negros que hel’
Visões rasgam meus olhos mortos
Cenas mais escuras e frias que o espaço entre as estrelas
E embora eu apodreça no abraço de hel
Eu pertenço aos poderosos hrimthursar

Jotunheim
A porta dos corpos está aberta
Jotunheim
A porta para o esquecimento
Lá reside o vazio do anticosmos
Lá esperam os destruidores de deuses
Lá habitam os mortos
Na madeira de ferro eles chamam meu nome

Eu atravessei oceanos negros de névoa venenosa e rima antiga
E cheguei a uma costa negra com gore congelado
Lá o dragão se entope com os mortos contorcendo-se
E a noite eterna lambe aquela costa

Uma floresta de dentes de ferro e sangue negro congelado se ergue
Nas suas sombras eu ouço os gritos dos deuses
Eu dou minha alma para ser devorada
Pelas mandíbulas congeladas e fome raivosa
Dos poderosos hrimthursar

Jotunheim
A porta dos corpos está aberta
Jotunheim
A porta para o esquecimento
Lá reside o vazio do anticosmos
Lá esperam os destruidores de deuses
Lá habitam os mortos
Na madeira de ferro eles chamam meu nome

Composição: