Exibições da letra 6
Letra

    Dêrê um dêrê um derê um dêrê um dê

    Ei moço!
    Cuidado comigo, não olhe prá trás, não ouça meu canto, não fale comigo
    Estou só passando, pela porta da dor
    Mordida, doída, sem vida!
    Vagando no nada que você deixou
    Da dor de ser quase, quase teu amor

    Foi só utopia, só ilusão
    As luas que vimos não te dizem mais nada!
    Hoje teu quarto-espaço, já tem outra cor
    Que não é cravo e canela, sem cheiro de mar
    Sem poesia, sem corpos ao luar
    Vazada de amor!
    Mordida, doída sem vida
    Vazada de amor!
    Mordida, doída sem vida
    Da tela do universo te vejo, e me calo
    Minh’alma perdida, penada, desarmada, caída
    Estou tão cansada de clamar esse ardor
    Eu vou te expulsar do meu peito, e mais nada!
    Receba essa dor que você me causou
    A dor de ser quase, quase teu amor

    Socorro! Não sinto mais nada
    Socorro! Não sinto mais nada
    Dêrê um dêrê um derê um dêrê um dê
    Dêrê um dêrê um derêrê!
    Dêrê um dêrê um derê um dêrê um dê
    Dêrê um dêrê um derêrê!

    Ei moço!
    Cuidado comigo, não olhe prá trás, não ouça meu canto, não fale comigo
    Vazada de amor!
    Mordida, doída sem vida
    Vazada de amor!
    Mordida, doída sem vida
    Ei moço, cuidado comigo


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