Anadoluyum
Bakmak bir fiil...
Göz göze, göre göre
Fail olur...,
Paralelde çatýþýr tren yolu,
Sor bakalým,
Sol'un saðýný alýp
Güneþde yanýp
Diðerine
Gölge olmaz mý!
Sol elim olmasa
Alkýþ bile zor
Olmasa kavga, aþk baþlar mý
Derdi Þair
Baþýn bir sonu yok mu
Hangi adým geride ki
Kalan ileri gitmedi...
Gitmek bir fiil
Göz göze, göre göre, fiil
Fail olur
Sou da Anatólia
Olhar é um verbo...
Olho no olho, vendo e sabendo
Acontece...,
Nos trilhos, o trem colide,
Pergunta aí,
Pegando a esquerda e a direita
Queimando sob o sol
Para o outro lado
Não fica sombra?!
Se eu não tiver a mão esquerda
Aplaudir é difícil
Se não houver briga, o amor começa?
Diz o poeta
Não tem um fim pra sua cabeça?
Qual passo ficou pra trás
O que ficou não avançou...
Ir é um verbo
Olho no olho, vendo e sabendo, verbo
Acontece.