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Incompreendido

FiloNúmero13

Incomprendido

Yo, incomprendidos, ante los ojos ajenos siempre

Incomprendido quien no sabe cómo terminó en la calle
Contra el frío y contra el hambre siempre se pare y batalle
No le entiendes las razones, opinas, das detalle
Tu crianza no incluyó ese tipo de aprendizaje

Incomprendidas algunas madres por sus hijos indolentes
Cogen calle, se le enfrentan cuál salvajes inconscientes
Parches con los delincuentes, terminan en la muerte
Un sentimiento, una madre con su hijo convaleciente

Incomprendido es ese joven que lo obligan a elegir
Es el dinero o los sueños cual si fuera esto un ardid
Abogado o ingeniero se les escucha decir
Pero su corazón rapea y su alma es de un MC

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Incomprendida compañera siempre luchando y resistiendo
El discurso de igualdad, predican y siguen muriendo
Incomprendida ama de casa: Labor no reconocida
Incomprendida democracia manoseada y accedida

Incomprendido eres artista tu arte menospreciado
Eres juzgado y acusado, por amor vas condenado

Incomprendido es el parcero que lo recogió un camión
Le quitaron el esfero y le entregaron un cañón
Lo obligaron a matar cuando él quería crear
Lo hicieron un asesino, lo volvieron militar

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Incomprendido el campesino que acusan de tener bando
Si es con Dios o con el diablo
Si es guerrillo o es paraco
Si plantó, si cosechó, si por el otro votó
Dele gracias al de arriba porque en esta no murió, claro que no

Incomprendido es el honesto en este mundo de excremento
Los valores no son nada, culpa del dinero puerco
Incomprendido colombiano sucio por la corrupción
Condenado a la violencia y no a buena educación
Incomprendido es el borracho que se ahoga en su dolor
Incomprendido es el poeta que expone su corazón

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Incomprendido todo el mundo a través de ojos ajenos
¿Quiénes son los malos? Dime, ¿quiénes son los buenos?
In-comprendido: Como mi querido pueblo
¿Nos presentan muertos malos? ¿Cuáles son los muertos buenos?

Ka el soounds, yo maldita corrupción que corrompe el corazón del colombiano

Incompreendido

Eu, incompreendidos, diante dos olhos alheios sempre

Incompreendido quem não sabe como foi parar na rua
Contra o frio e contra a fome sempre se levanta e batalha
Você não entende as razões, opina, dá detalhes
Sua criação não incluiu esse tipo de aprendizado

Incompreendidas algumas mães por seus filhos indiferentes
Pegam a rua, se enfrentam como selvagens inconscientes
Se juntam com os criminosos, acabam na morte
Um sentimento, uma mãe com seu filho convalescente

Incompreendido é esse jovem que o obrigam a escolher
É o dinheiro ou os sonhos como se isso fosse um truque
Advogado ou engenheiro se ouve dizer
Mas seu coração rima e sua alma é de um MC

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Incompreendida companheira sempre lutando e resistindo
O discurso de igualdade, pregam e continuam morrendo
Incompreendida dona de casa: Trabalho não reconhecido
Incompreendida democracia manipulada e acessada

Incompreendido você é artista, seu arte menosprezado
Você é julgado e acusado, por amor vai ser condenado

Incompreendido é o parceiro que foi pego por um caminhão
Tiraram a caneta e entregaram um fuzil
O obrigaram a matar quando ele queria criar
Transformaram-no em assassino, o tornaram militar

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Incompreendido o camponês que acusam de ter lado
Se é com Deus ou com o diabo
Se é guerrilheiro ou é paramilitar
Se plantou, se colheu, se votou pelo outro lado
Agradeça ao de cima porque nessa não morreu, claro que não

Incompreendido é o honesto nesse mundo de merda
Os valores não valem nada, culpa do dinheiro sujo
Incompreendido colombiano sujo pela corrupção
Condenado à violência e não a uma boa educação
Incompreendido é o bêbado que se afoga na sua dor
Incompreendido é o poeta que expõe seu coração

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Incompreendido todo mundo através dos olhos alheios
Quem são os maus? Me diga, quem são os bons?
In-compreendido: Como meu querido povo
Nos apresentam mortos ruins? Quais são os mortos bons?

Ka o som, eu maldita corrupção que corrompe o coração do colombiano

Composição: Andrés Felipe Zapata Zapata