Maktens Spira
Jag sprang med brisen.
Mot norr den eviga isen.
Jag fann en dalgang.
En massiv spricka.
Masarna visade vägen ur skyn.
Da mötte jag isen.
Da fann jag hav.
En storm steg ur vagors djup.
En hemlighet om maktens spira.
Urgudar nu ristat genom mej.
Sparet in i isen gick.
Djupt mot dess frusna kärna.
(Där den stod evigt stel.
Gick en fara in med flodens ström.
Ner mot det bla jag vandra.
Isen i mina adror fär dagar tio.)
Där fanns en grotta, en faslig sal.
I grottans mitt han stod.
Som djupet kallat ur stjärnors ljus.
Krigarren mäktig fran rymders sus.
Ur hans frusna hand jag tuggat.
Ett spjut fran en ändlös plats.
Ett skrik ett dan fran spjutets blad.
Maktens spira med stjärnors rad.
Tusende steg mot jordens yttre.
Fran djupet jag än en gang steg.
Nu grinet ej släckas fran detta tryne.
Ett slag nu badas, snart slutförs allt.
A Espira do Poder
Eu corri com a brisa.
Rumo ao norte, o gelo eterno.
Encontrei um vale.
Uma fenda imensa.
Os pássaros mostraram o caminho do céu.
Então encontrei o gelo.
Então encontrei o mar.
Uma tempestade surgiu das profundezas das ondas.
Um segredo sobre a espira do poder.
Deuses antigos agora gravados em mim.
O caminho para o gelo se abriu.
Profundamente em direção ao seu núcleo congelado.
(onde ela ficou eternamente rígida.
Um perigo entrou com a corrente do rio.
Descendo em direção ao azul, eu caminhava.
O gelo nas minhas veias por dez dias.)
Lá havia uma caverna, um salão horrível.
No centro da caverna ele estava.
Como se o profundo chamasse da luz das estrelas.
O guerreiro poderoso do sussurro do cosmos.
De sua mão congelada eu mordi.
Uma lança de um lugar sem fim.
Um grito de um dia da lâmina da lança.
A espira do poder com a linha das estrelas.
Mil passos em direção ao exterior da terra.
Das profundezas eu subi mais uma vez.
Agora o sorriso não se apagará desse rosto.
Um golpe agora se aproxima, em breve tudo será concluído.