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Deixado

Five Iron Frenzy

Left

Johnny's got a grip on a blissful life,
He sucks on the smoke from the dope in his pipe.
Wrapped around his fingers, a noose is loosing slack,
strangling his forearm to fill his veins with smack.
P.C.P. spells gun to the head, half a syringe or a barrel full of lead.
grasping at straws and coming up empty,
Carving with his life this somber song of hope: "Kill me"
Sally spells success M-O-N-E-Y if she steps on some toes, its an eye for an eye
She's climbing up the ladder, she's building up a wall,
to block out the world or the fear that she'll fall.
Tightrope thins, conviction never stops.
Money means nothing from a 40 floor drop.
her security blanket has worn itself thin.
she's hanging in the closet from a rope of her own sin.
Nothing changes nothing will.
Always skeptic, primed for the kill
Seeking nothing but selfish gain,
filling your pockets again and again.
Selling your soul, taking your fill.
Grasping at straws, feeding your own will.
Killing your conscience, empty, bereft.
Losing your life for the world, you are left alone.
Some throw bricks through windows and yell, others beat their backs for fear of hell.
Two- edged sword that cuts flesh to teh joints,
the path is narrow, you missed the point.
Fistfull of sand a pitiful prize.
You're blinding yourself, closing your eyes.
The point was made eons ago, haff in the wind, your life's gonna blow.
Nothing you do, nothing can be new.
What is good? What is true?
Seeking to serve not ourselves, never
the Lord is God, we will live forever.

Deixado

Johnny tá segurando uma vida cheia de prazer,
Ele puxa a fumaça da maconha no seu cachimbo.
Enrolado nos dedos, um laço tá se afrouxando,
estrangulando seu antebraço pra encher suas veias de droga.
P.C.P. é como uma arma na cabeça, meia seringa ou um barril cheio de chumbo.
Agarrando-se a palha e vindo de mãos vazias,
Escrevendo com sua vida essa canção sombria de esperança: "Me mate"
Sally é sucesso M-O-N-E-Y, se ela pisa em alguns calos, é olho por olho.
Ela tá subindo a escada, construindo um muro,
pra bloquear o mundo ou o medo de cair.
A corda bamba afina, a convicção nunca para.
Dinheiro não vale nada depois de uma queda de 40 andares.
Seu cobertor de segurança já tá se desgastando.
Ela tá pendurada no armário com uma corda do seu próprio pecado.
Nada muda, nada vai mudar.
Sempre cética, pronta pra matar.
Buscando nada além de ganho egoísta,
enchendo seus bolsos de novo e de novo.
Vendendo sua alma, se saciando.
Agarrando-se a palha, alimentando sua própria vontade.
Matando sua consciência, vazia, desprovida.
Perdendo sua vida pelo mundo, você fica sozinho.
Alguns jogam tijolos pelas janelas e gritam, outros se agridem com medo do inferno.
Espada de dois gumes que corta a carne até as articulações,
a trilha é estreita, você perdeu o ponto.
Punhado de areia, um prêmio patético.
Você tá se cegando, fechando os olhos.
O ponto foi feito há eras, metade ao vento, sua vida vai voar.
Nada que você faça, nada pode ser novo.
O que é bom? O que é verdadeiro?
Buscando servir, não a nós mesmos, nunca.
O Senhor é Deus, viveremos para sempre.

Composição: