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Recuperando Minha Carcaça

Fleshgod Apocalypse

Retrieving My Carcass

Plague of humanity, slavish victim of
All his dreadful deeds
Leperous cadavers, bodies tied with lash
Scorching through cinder's veins

I take back my flesh
My cage

Suffered shifting, crystallizing instinct
Taking back my corpse

Dust, I regain my dust
Ash, relieve my ash

How can I reach this new stamina walking in death
Trick of my nature ingrown, of my fate

Deliverance, all of my rage infects again vacuum flesh
Fallen from grace, infinite hate, dwelling again in my trap
Infernal curse, draining the blood, as I retrieve my carcass in pain
New lymph for my

Dust, I regain my dust
Ash, relieve my ash

My plague is my life

I celebrate this incestuous rite, opium destiny
Ash only ash that I bring to life, dust only dust I absorb
Newborn creature walks among the dead, falling castle of sand
Dread, lecherous this dichotomy, this godforsaken thanatos

Deliverance, all of my rage infects again vacuum flesh
Fallen from grace, infinite hate, dwelling again in my trap
Infernal curse, draining the blood, as I retrieve my carcass in pain
New lymph for my

My plague is my life

Recuperando Minha Carcaça

Praga da humanidade, vítima escrava de
Todos os seus atos horríveis
Cadáveres leprosos, corpos amarrados com chibata
Ardendo nas veias da cinza

Eu recupero minha carne
Minha jaula

Sofrendo mudanças, instinto cristalizado
Recuperando meu corpo

Poeira, eu recupero minha poeira
Cinzas, alivia minhas cinzas

Como posso alcançar essa nova resistência caminhando na morte
Truque da minha natureza enraizada, do meu destino

Libertação, toda a minha raiva infecta novamente a carne vazia
Caído da graça, ódio infinito, habitando novamente na minha armadilha
Maldição infernal, drenando o sangue, enquanto recupero minha carcaça na dor
Nova linfa para meu

Poeira, eu recupero minha poeira
Cinzas, alivia minhas cinzas

Minha praga é minha vida

Eu celebro este rito incestuoso, destino de ópio
Cinzas, apenas cinzas que trago à vida, poeira, apenas poeira que absorvo
Criatura recém-nascida caminha entre os mortos, castelo de areia desmoronando
Medo, lascivo essa dicotomia, esse thanatos amaldiçoado

Libertação, toda a minha raiva infecta novamente a carne vazia
Caído da graça, ódio infinito, habitando novamente na minha armadilha
Maldição infernal, drenando o sangue, enquanto recupero minha carcaça na dor
Nova linfa para meu

Minha praga é minha vida

Composição: Fleshgod Apocalypse