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Anjos Sem Céu

Flo Sandon's

Angeli Senza Cielo

Risplendon le vetrine illuminate
e grandi e piccoli si fermano a guardar
le belle bamboline modellate
che ci sorridono e sembrano aspettar.

Aspettano due braccia
che facciano da culla
per far la ninna nanna
e per sognar.

Bambole, meravigliose bambole,
che i bimbi fan sognar,
capaci di parlar,
di dir papà e mammà.

Come angeli che dal ciel
sembrano scendere
a vivere per l'altrui
felicità.

Son bambole,
ma son soltanto bambole
che non potranno mai sentirti palpitar
l'amore in fondo all'anima.

Se in un angolo finiran,
chi mai piangere le sentirà,
sono angeli che nel ciel
mai non vivran.

Son bambole,
ma son soltanto bambole
che non potranno mai sentirti palpitar
l'amore in fondo all'anima.

Nel destin che non ha doman
chi mai più le ricorderà,
sono angeli che giammai
il ciel vedrà!

Anjos Sem Céu

Brilham as vitrines iluminadas
E grandes e pequenos param pra olhar
As lindas bonecas moldadas
Que nos sorriem e parecem esperar.

Esperam por dois braços
Que façam de berço
Pra fazer a canção de ninar
E pra sonhar.

Bonecas, maravilhosas bonecas,
Que as crianças fazem sonhar,
Capazes de falar,
De dizer papai e mamãe.

Como anjos que do céu
Parecem descer
Pra viver pela felicidade
Do outro.

São bonecas,
Mas são apenas bonecas
Que nunca poderão sentir seu coração
Bater o amor no fundo da alma.

Se em um canto elas acabarem,
Quem vai chorar por elas vai ouvir,
São anjos que no céu
Nunca vão viver.

São bonecas,
Mas são apenas bonecas
Que nunca poderão sentir seu coração
Bater o amor no fundo da alma.

No destino que não tem amanhã
Quem mais vai se lembrar delas,
São anjos que jamais
O céu verá!

Composição: