Flor Te Mata
Flor te mata
Traigan esa soledad que necesito componer
Esta bala va directo a tu sien
Cabrones, lloran porque soy mujer, no saben qué hacer
La esperanza que les queda es morir para volver a nacer
Soy la voz de la gente de tu barrio
Afortunada de tener el don sobre el escenario
No tengo miedo, tengo el rigor necesario
Soy la bestia del hardcore que nadie diga lo contrario
Me eché a volar como una niña, ahora es otra cosa
Me empoderé con tanta garra y me puse minuciosa
Todo con calma, en el trayecto, nace ansiosa
Hay que esperar paciente pa' que la larva se vuelva mariposa
Traigo el sonido pa' tu oído, rap por kilo
Algo fino, ficha dilo, dale niño, así que sigo y no termino
Armá el camino, arriesga filo, cruza el río
Lo has perdido, ponte vivo
Antes de que no sientas tus latidos
Flor te mata
Se nace o si no esta mierda no se hace
Sacando disfraces a los incapaces
No sé de fórmulas en frases
Mis manos son capaces
De componer lo que dicta mi gran alma salvaje
Soy el terror de todos los estilos
Fui la loca del colegio, claro, en un ámbito asesino
Buena persona, pero maldita con el enemigo
No es recomendable, bitch, que te metas conmigo
Quieres rap, yo te hago rap
Tú quieres trap, yo te traigo trap
Don’t stop, también te puedo hacer bailar
Si el contenido sigue intacto, la guea es masificar
Puedes criticarme todo lo que quieras
Que soy creída, sufrida, hasta llamarme perra
Salvaje por mi legado, lo hago a mi manera
Lo importante para mí es tener leche en la mamadera
Flor te mata
Flor Te Mata
Flor te mata
Tragam essa solidão que eu preciso pra compor
Essa bala vai direto na sua têmpora
Filhos da mãe, choram porque sou mulher, não sabem o que fazer
A esperança que lhes resta é morrer pra renascer
Sou a voz da galera do seu bairro
Sortuda por ter o dom no palco, é verdade
Não tenho medo, tenho a garra necessária
Sou a fera do hardcore, que ninguém diga o contrário
Me deixei levar como uma menina, agora é outra história
Me empoderei com tanta força e fiquei meticulosa
Tudo com calma, no caminho, nasce ansiosa
Tem que esperar paciente pra larva virar borboleta
Trago o som pra seu ouvido, rap por quilo
Algo fino, fala logo, vai garoto, assim que sigo e não termino
Prepara o caminho, arrisca, cruza o rio
Você perdeu, fica esperto
Antes que não sinta seus batimentos
Flor te mata
Se nasce ou se não, essa merda não rola
Tirando as máscaras dos incapazes
Não sei de fórmulas em frases
Minhas mãos são capazes
De compor o que dita minha grande alma selvagem
Sou o terror de todos os estilos
Fui a doida da escola, claro, num ambiente assassino
Boa pessoa, mas maldita com o inimigo
Não é recomendável, sua vaca, se meter comigo
Quer rap, eu te faço rap
Quer trap, eu te trago trap
Não para, também posso te fazer dançar
Se o conteúdo continuar intacto, a ideia é massificar
Pode me criticar à vontade
Que sou convencida, sofrida, até me chamar de cadela
Selvagem pelo meu legado, faço do meu jeito
O importante pra mim é ter leite na mamadeira
Flor te mata